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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Os Bandeirantes

As bandeiras eram expedições particulares que saíam geralmente  de São Paulo com o objetivo de caçar indígenas e achar pedras  preciosas. Houve bandeiras com 20 ou 30 homens, apenas, e outras com mais de dois mil. 

Em 1600, a vila de São Paulo era um lugar pobre. Tinha apenas 150 casas, habitadas por 1500 pessoas que plantavam milho, mandioca e trigo e criavam porcos e galinhas para sobreviver.

Uma grande Bandeira era formada por alguns jovens brancos,  vários mamelucos e centenas de índios, usados como guias, cozinheiros, guerreiros e carregadores. Existiram três tipos de bandeirismo: caça ao índio, busca de ouro e diamante e sertanismo de contrato.

Por: Maria Eduarda - 8º ano A - Colégio Sábio Viver

O Gado no sul

Após a destruição das missões jesuíticas no Sul pelos bandeirantes , o gado das missões 

espalhou-se pela região . Atraídos por esses imensos rebanhos sem dono , moradores de São 

Paulo , de Desterro ( atual Florianópolis) e de Laguna ( SC) iniciaram a ocupação das campinas 

do Sul . Eles caçavam o gado selvagem , consumiam a carne e exportavam o couro .

O rei de Portugal também se interessou pelas riquezas do Sul e mandou erguer um povoado a 

margem esquerda do Rio da Prata – a Colônia do Sacramento ( 1680 )

Com a descoberta do ouro no Centro-Sul , no entanto , a população das minas passou a 

necessitar de animais de carga ( mulas e jumentos) , pois os carros de bois de nada adiantavam 

naquela região montanhosa. O Sul passou então a fornecer esses animais , além de bois e 

vacas para a região mineira.

Com o tempo os criadores sulistas aprenderam a produzir o charque ( carne-seca) , vendida 

tanto no Brasil quanto para o exterior . A maior parte contudo , era voltada para o mercado 

interno.

Por: Giacomo 8 Ano A - Colégio Sábio Viver

O Sertanismo de Contrato / Os jesuítas

O Sertanismo de Contrato 

Séculos XVII e XVIII, bandeirantes foram contratados por fazendeiros e autoridades para combater índios ou afrodescendentes rebelados contra a escravidão. Esse "negócio" entre bandeirantes e poderosos eram chamado sertanismo de contrato. Sertanismo de contrato foi a que destruiu o quilombos dos palmares 1694.

Os jesuítas 

Os jesuítas ergueram grande número de missões no interior do Brasil;maior parte localizava-se na Amazônia e na Região Sul(Missões portuguesas no nordeste e norte principalmente no norte, Missões espanholas na região Sul).

Na missões, indígenas trabalhavam e eram iniciados no Catolicismo, cultivavam cereais,frutas e erva-mate,extraíram vegetais da floresta;produziam tecidos,objetos de couro e esculturas etc.Desse produtos vários eram exportados para a Europa, com grande lucro.

Jesuítas combateram a escravidão indígena,1680, Padre Antônio Vieira, conseguiu que o rei de Portugal aprovasse uma lei proibindo a escravidão do índio.Essa lei provocou irritação e protesto dos colonos em várias partes do Brasil, especialmente no Estado do Grão-Pará e Maranhão

Estado do Grão-Pará e Maranhão:compreendia todas as terras situadas entre o Rio Grande do norte e o Pará

Por: Adeline Vieira - 8°ano A - Colégio Sábio Viver

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

O Quilombo dos Palmares

O maior e o mais duradouro de todos os quilombos brasileiros foi o dos palmares.
Teve início em uma noite de 1597, quando cerca de 40 escravizados fugiram de um engenho do litoral nordestino e se refugiaram na Serra da Barriga, uma grande  montanhosa situada no atual Estado de Alagoas. Ele possuía grande quantidade de palmeiras e chamou-se palmares

As invasões holandesas no Nordeste (1624-1654) a vigilancia diminuiu e  os escravizados aproveitaram para fugir  nesse periodo o quilombo chegou a ter cerca de 15 mil habitantes 

Os palmarinos viviam em liberdade e a seu modo em um conjunto de povoações chamadas mocambos de (mukambo )

para sobreviverem plantavam milho,feijão mandioca,batata-doce; criavam porcos e galinhas; caçavam cotias, raposas e tatus.

Por: Julia Gonçalves Dias - 8º Ano A - Colégio Sábio Viver

De onde eram?

 Povos de diferentes lugares da África,características físicas e culturais próprias,trouxeram hábitos,línguas e tradições que marcam nosso cotidiano.A maior parte dos africanos entrados no Brasil saiu pelo sul do Equador(Região conhecida como Sudaneses),pelos portos de Banguela,Luanda e Cabinda.Outra parte saiu da Costa de Mina(Região conhecida como Bantos),pelos portos de Lagos, Ajudá e São Jorge da Mina. E um número menos saiu pelo porto de Moçambique

    No Brasil os africanos não eram chamados por sua etnia, mas sim pelo nome do porto ou da região de onde embarcaram.Um africano de etnia congo,era chamado de cabinda,se esse fosse o nome do porto por onde ele embarcou.Os diferentes povos embarcados na Costa da Mina(África ocidental)eram chamados de minas.

 Por: Adeline Vieira - 8° Ano A- Colégio Sábio Viver

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

A travessia

 - Homens ,mulheres e crianças eram forçados a embarcar em navios pequenos e frágeis conhecidos como navios  negreiros .A viagem durava de 30 a 45 dias ,conforme o lugar de partida e de chegada .
  
- Os navios negreiros vinham superlotados as pessoas passavam de 30 a 45 dias na mesma posição ,muitos africanos morriam durante a viagem ,mas isso não impedia o lucro dos traficantes .
  
  -A comida entregue no navio erra de ma qualidade , a água também era pouca ,alguns africanos  por conta da cede bebiam a água do mar e adoeciam 
  
  - Quando chegavam não sabiam onde estavam.Nos mercados do Rio de janeiro ,Salvador , Recife e São Luiz eram examinados e vendidos .
  
 -O homem valia o dobro da mulher e o triplo das crianças e do idosos .quando eram comprados não poderão nem utiliza o próprio nome e nem sobrenome o nome dos escravos eram escoliados pelos compradores e numa certa idade recebiam sua tarefa como sobrenome com: MARIA DA COSTURA  , JOÃO CARPINTEIRO , JULIA COZINHEIRA etc.



Por: Gabriela Thomeu - 8º Ano A - Colégio Sábio Viver

Resistência

Nenhum grupo humano jamais aceitou ser escravizado . Onde houve escravidão ouve resistência . No Brasil não foi diferente . Havia razões de sobra,como excesso de trabalho disciplina rigorosa,castigos e o fato de os Senhores não cumprir com a palavra quando um escravizado conseguia juntar dinheiro pra comprar sua CARTA DE ALFORRIA, negando-lhe a liberdade. Nessa caso a maioria dos escravizados fugiam . 

Os Escravizados,desenvolveram várias formas de resistência. A capoeira, por exemplo. A capoeira era uma Dança e luta ao mesmo tempo. Desenvolvida no Brasil pelos Africanos escravizados e seus descendentes.


Os Africanos e seus descendentes resistiam também desobedecendo,fazendo corpo mole no trabalho,quebrando ferramentas,incendiando plantações,suicidando-se,agredindo feitores e senhores,negociando melhores condições de vida e trabalho,fingindo sozinho ou com companheiros e formando QUILOMBOS.


Por: Isabela A. Benevides - 8º Ano A - Colégio Sábio Viver

Quilombos

Hoje em dia existem povoações habitadas pelos descendentes dos quilombolas. São chamadas de remanescentes de quilombos, onde seguem a modo de vida de seus antepassados. São mais de 80 mil comunidades e em algumas delas ainda se preserva a língua falada com termos africanos.
A constituição brasileira de 1988 reconheceu que as propriedades das terras ocupadas por comunidades quilombolas. O artigo 68 diz : Aos remanescentes das comunidades dos quilombos que estejam ocupando suas terras é reconhecida a propriedade definitiva, devendo os Estados emitir-lhes os títulos respectivos.
Até agora foram concedidos poucos títulos de propriedade , pois é difícil documentar a posse da área de forma juridicamente aceita . Além disso muitas dessas terras estão sendo usadas por fazendeiros. Muitos habitantes das comunidades quilombolas atuais vêm travando uma imensa luta para provar que são descendentes de escravizados e de que as terras em que vivem lhes pertencem.

Por: Lucas Soares - 8º Ano A - Colégio Sábio Viver.

domingo, 8 de fevereiro de 2015

O trabalho

Os escravos trabalhavam em média de 12 a 15 horas por dia , começavam entre 4 e 5 horas da manhã e trabalhavam até o anoitecer . Por vezes as manhãs de domingos e feriados eram usadas no concerto de cercas , estradas e em outros serviços.
O homem trabalhava como agricultor , carpinteiro , ferreiro , pescador , carregador e em várias outras funções. Já a mulher cultivava a terra , cuidava dos doentes , colhia e moía a cana , lavava , passava , fazia partos , vendia doces e salgados e etc.

Entre os trabalhadores afrodescendentes havia também libertos , que eram aqueles quem tinha conseguida a carta de alforria , ou seja um documento de libertação obtido geralmente após longos anos de trabalho.  

Por: Giacomo - 8º Ano - Colégio Sábio Viver

Centralização do poder real

Estado absolutista participava fortemente dos assuntos econômicos.Grandes Navegações,tal participação se acentuou.Reis de Portugal,Espanha,Inglaterra e Holanda investiram em frotas marítimas,com a intenção de conquistar novas terras,fontes deriqueza,especialmente reservas de metais preciosos.
       Com o tempo,a especialização das atividades de administração dos negócios coloniais (cobrança de impostos,tráfico de escravos,comércio de produtos coloniais,administração de minas,cidades coloniais e portos) surgindo uma classe muito rica e poderosa,a chamada burguesia mercantil.


Por: Ana Lourenço - 8º Ano - Colégio Novo Horizonte

domingo, 9 de março de 2014

Resumo para P1 8º Ano

REVOLUÇÕES E NOVOS IDEAIS:VITÓRIAS DA BURGUESIA
ASCESÃO DA BURGUESIA E REVOLUÇÃO INGLESA

PONTO DE PARTIDA

Antes de iniciar a falar sobre a ascensão da burguesia temos que observar que antes da Idade Moderna (período Medieval) nobres e clero possuíam o monopólio na cultura e nas armas.

CENTRALIZAÇÃO DO PODER REAL

Reis de Portugal, Espanha, França, Inglaterra e Holanda investem em frotas marítimas a fim de conquistar novas terras e reservas de metais preciosos. Surge uma nova classe poderosa, a burguesia mercantil que visava a rápida ascensão social.

LONGA VIDA E TODO PODER AO REI

Entre os séculos XIV e XVI surgem os Estados Nacionais (países governados por um rei, depois do fracasso da igreja católica de unificar o continente sobre teu comando), assim o rei detinha todos os poderes: elaborava leis, aplicava justiça, controlava atividades econômicas, surgindo assim a Monarquia Absolutista.
Para não haver desobediência os reis criaram o direito divino dos reis, onde diziam que o rei era o escolhido de Deus para governar, assim quem rejeitar, duvidar ou questionar estará assim fazendo com Deus.
Nesse momento a burguesia ajuda no processo de ascensão do rei e não é incluso na participação do poder político. Agora após o absolutismo a classe burguesa deixa de ser pequenos comerciantes, soma-se banqueiros e grandes comerciantes.
Aqui ainda a sociedade continua dividida em três ordens ou estados: Clero, nobreza e burguesia (servos, camponeses, artesãos e trabalhadores urbanos), esse último obrigado a pagar impostos para manter o luxo das duas primeiras.

ORIGEM DAS REVOLUÇÕES BURGUESAS

A burguesia não formava um grupo com interesses comuns, mas algumas idéias começam a ser difundidas:
- Luta pelo direito a propriedade privada, que não deveria ser confiscada;
- Defesa da liberdade de comércio com o mínimo de interferência do governo;
- Maior participação nas tomadas da decisões;
- Difusão de pensamentos baseados na racionalidade (combater o poder da igreja).
Na Inglaterra interesses burgueses em comum levam a confrontar seus principais adversários (Nobreza e clero), levando a uma longa guerra civil. Burgueses investem no aumento da produtividade, levando a organização das primeiras manufaturas, surgindo posteriormente as fábricas, novas tecnologias e formações sociais.
Na França pensadores passam a defender novas idéias vinculados aos interesses burgueses, no fim do século XVIII uma revolução popular coloca fim ao que restava do feudalismo, assim a burguesia toma controle da sociedade.

REVOLUÇÕES NA INGLATERRA

REVOLUÇÃO INGLESA

A Inglaterra é o primeiro país a implantar o parlamentarismo, pois a ascensão da burguesia põe fim ao absolutismo.

INGLATERRA – FORMAÇÃO POLÍTICA DIFERENTE

Para compreendermos a formação política precisamos voltar no início do século XIII, na Inglaterra a monarquia feudal caminhou por um processo inverso dos demais países da Europa, quando o rei aos poucos perdia o poder para os senhores feudais, em 1215 o rei João Sem Terra toma decisões erradas, compreendidas assim pelos nobres, os mesmos impõe a carta Magna, limitando a autoridade do monarca. Então após o século XIV o poder passa ao parlamento, formado pela Câmara dos Lordes (Nobres e Clero) e Câmara dos Comuns (membros eleitos pelo povo, cada um representando um distrito eleitoral).

LEITURA DE DOCUMENTO
CARTA MAGNA

Documento que limitou os poderes do rei e fixou o direito dos vassalos, também estabeleceu os privilégios dos senhores feudais e dos príncipes da igreja.

ABSOLUTISMO NA INGLATERRA

No século XVI temos a ascensão da dinastia Tudor e o retorno do absolutismo, seus maiores representantes são Henrique VIII e Elizabeth I, nesses governos a Inglaterra passa por um significativo desenvolvimento econômico.
Henrique VIII rompe com a igreja católica criando a igreja anglicana, onde era o chefe.
Elizabeth I sua sucessora confirma o anglicanismo e reduz ainda mais a força do parlamento.
Nesse período a burguesia inglesa conquista maior importância econômica e o capitalismo chega na área rural.

O CERCAMENTO DOS CAMPOS COMUNS E OS “CARNEIROS COMEDORES DE GENTE”

Durante o feudalismo a terra era um bem comum, onde camponeses trabalhavam para manter os feudos, mas a partir do século XVI a terra passa a ser vista como bem de produção, forma de obter lucro e acumular riquezas. Então gentry (senhores feudais) e yomen (pequenos e médios proprietários) passaram a cercar suas terras e impedir que os camponeses plantassem e criassem animais para consumo próprio, tudo com aval do rei.
Impedidos de plantar, camponeses se submetem ao trabalho nas manufaturas, com baixos salários.
“Os carneiros se tornam comedores de gente” essa expressão ficou conhecida entre os séculos XVII e XVIII porque nas terras em que antes camponeses plantavam para sobreviver, hoje haviam carneiros, assim camponeses padeciam na miséria e os grandes proprietários enriqueciam.

SUCESSÃO DE ELIZABETH I E INÍCIO DOS CONFLITOS

Elizabeth I falece em 1603 sem deixar herdeiros. Com isso Jaime I que já era rei da Escócia e é o parente mais próximo de Elizabeth I assume o trono inglês, colocando fim a dinastia Tudor e iniciando a dinastia Stuart.
Jaime I persegue o parlamento e as religiões não anglicanas (católicos e presbiterianos), em 1625 falece, seu sucessor é teu filho Carlos I que fecha o parlamento por aproximadamente quinze anos e governa com absolutismo.

GUERRA CIVIL INGLESA

Carlos I adotou uma política ofensiva contra o calvinismo (presbiterianos e puritanos, esses principalmente escoceses, influenciados por idéias nacionalistas rejeitam a influência de Roma e do Papa em sua fé, assim voltam-se contra o rei).
Em abril de 1640 Carlos I convoca o parlamento a fim de combater os rebeldes, o parlamento prefere discutir os abusos cometidos pelo monarca em seu governo, o parlamento organiza seu exército com o objetivo de impedir que Carlos I retomasse o poder.
O rei foge e reúne suas tropas em Notthingham, ao seu lado ficam: senhores feudais, alta nobreza, grandes comerciantes e proprietários de terras, pois o absolutismo os favoreciam, do outro lado (parlamento) estavam os grupos que exigiam maior participação política: burgueses, artesãos, camponeses e médios fazendeiros.
Após diversos conflitos o parlamento sai vitorioso, o rei é preso e julgado culpado por traição, assim condenado a execução. No ano seguinte é decapitado no palácio de Whitehall.
Nasce a República Puritana.

REPÚBLICA PURITANA

Após a morte do rei Carlos I, Oliver Cromwell passa a ser o chefe do exército do parlamento, implanta um regime ditatorial onde quem não obedecesse suas ordens seria preso, dissolve o parlamento e proclama-se Lorde Protetor do Reino Unido da Grã Betanha.
Com apoio da burguesia (beneficiados por Cromwell) se mantém no poder, utilizando as forças do exército para reprimir os que iam contra ele.
O Ato de Navegação é um exemplo de benefício aos burgueses, pois favorecia a marinha inglesa militar e comercialmente, onde todos produtos que entravam ou saiam da Inglaterra deveria ser transportados por navios ingleses, ou pelo país de origem do produto, gerando assim muita riqueza e barrando o avanço de seu maior concorrente naval (Holanda).
Irlanda, País de Gales e Escócia passam a se opor a Cromwell. A tradição católica irlandesa se choca com o autoritarismo puritano. Cromwell massacra a Irlanda com teu exército e distribui terras católicas a protestantes escoceses, resultando em diversos confrontos entre católicos e protestantes.
Ainda na Inglaterra grupos que não recebiam benefícios formaram grupos (niveladores e escavadores) exigindo distribuição de terra e igualdade social, mas Cromwell esmaga os grupos.

REVOLUÇÃO GLORIOSA

Cromwell morre em 1658 e seu filho Richard é seu sucessor, membros do parlamento se organizam e restabelecem a monarquia em 1660 coroando Carlos II filho do rei decapitado, mas divergências entre monarca e parlamento continuam.
Carlos II morre em 1665 e seu irmão Jaime II torna-se rei, pretendia restabelecer o catolicismo e o absolutismo no país. Logo o parlamento organiza o exercito para deter Jaime II, que temendo ser decapitado foge para França.
Parlamentares escolhem seu genro Guilherme III, um nobre holandês protestante, esse episódio fica conhecido por Revolução Gloriosa, quando não há derramamento de sangue.
Guilherme III assina a Declaração de Direitos, documento que põe fim ao absolutismo e amplia os poderes do parlamento, estando assim instaurada a monarquia constitucional (hoje, monarquia parlamentar).

REVOLUÇÃO INDUSTRIAL

AVANÇOS TCNOLÓGICOS

A Revolução Industrial altera radicalmente a forma de produção a partir da segunda metade do século XVIII. Sendo responsável por substituir as manufaturas pelas máquinas, energia humana por outras fontes (vapor, hidráulica, fóssil – petróleo), sistema de produção doméstico pelo fabril ou industrial. Transformando a economia e a forma de pensar na sociedade.

DO ARTESANATO A MANUFATURA

Até então os artesãos detinham o monopólio da transformação de matérias primas em produtos, havia também a produção doméstica. Produtos mais elaborados eram feitos por artesãos especializados em suas oficinas auxiliados por aprendizes.

LEITURA DE DOCUMENTO

Com o passar do tempo burgueses passam a executar compras e vendas de mercadorias, artesãos agora tinham somente a responsabilidade de produzir, passando a ser assalariados, trabalhando em espaços específicos para a manufatura, onde os patrões eram os donos das ferramentas e instalações, comandando a produção (após século XVII), aos poucos o processo foi dividido por partes, com o tempo artesãos que detinha o conhecimento do processo todo fora substituído por trabalhadores que sabiam executar apenas um tipo de tarefa, contudo o artesanato aos poucos é substituído pela manufatura.

SISTEMA FABRIL

O interesse burguês era controlar e acelerar o processo de produção, criam o sistema fábrica, onde funcionários entravam nos galpões e  encontravam instalações e ferramentas organizadas, cada um com seu espaço e função. As máquinas passam a ser referência para a organização do trabalho.

LEITURA DE DOCUMENTO

Em 1776 Adam Smith (economista) defendia a divisão do trabalho, dizendo que beneficiava a economia do país, pois produzia-se mais em menos tempo.

REVOLUÇÃO DO VAPOR


No século XVII o mecânico inglês Thomas Savery constrói a bomba de água movida a força do vapor. Já no século XVIII o cientista escocês James Watt adapta a energia a vapor para as máquinas utilizadas nas fábricas de tecido, substituindo os esforços braçais e aumentando a produção.

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Centralização do poder real

O estado absolutista participava fortemente dos assuntos econômicos, as grandes navegações acentua ainda mais a participação, com a proposta de conquistar novas terras e com elas novas fontes de riquezas reis de Holanda, França, Inglaterra, Portugal e Espanha investem em suas forças marítimas.

Visando uma rápida ascensão social mercadores e aventureiros organizam expedições comerciais e empresas coloniais. Logo surge uma nova classe social, a então burguesia mercantil que administra os negócios coloniais (cobrança de impostos, tráfico de escravos, comércio de produtos comerciais, administração de minas, cidades coloniais e portos).
MAPA DE NAVEGAÇÕES DO SÉCULO XV


domingo, 2 de fevereiro de 2014

Teorias sobre a origem do homem americano e brasileiro

Publicação retirada do site www.sohistoria.com.br


Chegando à América

A hipótese tradicional propõem que o ser humano chegou ao continente americano atravessando uma ponte de gelo ou terras emersas na região do Estreito de Bering, entre os atuais Estados Unidos e Rússia.
Segundo essa hipótese, alguns cientistas afirmam que a chegada dos primeiros grupos teria acontecido há cerca de 20 mil anos, durante a última glaciação, época em que a temperatura do planeta esteve extremamente baixa e as geleiras avançaram dos pólos em direção ao equador.
Esses primeiros ocupantes da América, que teriam vindo das atuais Mongólia e Sibéria, na Ásia, seriam caçadores e estariam perseguindo suas presas quando fizeram a travessia para a América do Norte. Tudo indica que, naquele momento, o nível do mar estava aproximadamente 150 metros mais baixo do que atualmente, formando assim uma sólida faixa de gelo. Essa camada de gelo teria se desfeito quando a temperatura do planeta subiu, dando origem ao atual Estreito de Bering.
A migração de seres humanos através do Estreito de Bering não pode ser descartada, mas é provável que tenham existido outros caminhos. É possível também que homens e mulheres tenham chegado ao continente americano muito antes dessa data.

O homem brasileiro

Ainda não se sabe ao certo quando os primeiros grupos humanos começaram a povoar o território brasileiro.
Durante muitos anos, esses grupos forma crescendo e avançando em todas as direções do continente, ocupando inclusive o território que hoje é o Brasil. Como eram nômades, deslocavam-se de um lugar para o outro, alimentando-se de animais, peixes, frutas e raízes.
Eles percorreram o continente em direção ao sul, acompanhando rebanhos de animais e caçando bisões, mamutes, castores e preguiças gigantes. Os cientistas encontraram fósseis desses animais e pontas de flechas que indicam os caminhos por onde andaram nossos antepassados.
Com o passar do tempo, alguns grupos foram se fixando em diferentes lugares. Passaram a domesticar animais e a cultivar a terra, formando pequenas aldeias.
Muitos cientistas afirmam que os grupos humanos já estavam aqui a 12 mil anos. Outros falam em 25 mil anos. O fato é que trabalhos recentes mostram que há 10 mil anos o Brasil não era um deserto de gente. Diferentes povos já haviam se espalhado por regiões como a Amazônia, o Nordeste, o Pantanal e o Cerrado.

Vestígios da humanidade

Os fósseis são as principais fontes de informação utilizadas pelas pessoas que estudam a origem da humanidade.
O fóssil não é parte do ser vivo. Alguns minérios, com o tempo substituem o material orgânico, preservando a forma original do ser vivo. Então, dá-se o nome de fóssil às formas petrificadas ou endurecidas dos seres vivos, com pelo menos 10 mil anos


sábado, 1 de fevereiro de 2014

Ascensão da burguesia e Revolução Industrial - Centralização do poder real

ASCENSÃO DA BURGUESIA E REVOLUÇÃO FRANCESA – CENTRALIZAÇÃO DO PODER REAL – p. 82, 83 e 84

Suporte para as aulas do 8º ano azul – Colégio Novo Horizonte – Sistema de Ensino: Dom Bosco.

Aspectos discutidos em sala de aula

Mercantilismo é o nome dado a um conjunto de práticas econômicas desenvolvido na Europa na Idade Moderna, entre o século XV e o final do século XVIII. O mercantilismo originou um conjunto de medidas econômicas diversas de acordo com os Estados. Caracterizou-se por uma forte intervenção do Estado na economia. Consistiu numa série de medidas tendentes a unificar o mercado interno e teve como finalidade a formação de fortes Estados-nacionais.

Direito divino dos reis é uma doutrina política e religiosa europeia, baseando-se na crença de que o monarca tem o direito de reinar por vontade de Deus, e não devido a vontade de seus súbditos,parlamento, aristocracia ou qualquer outra autoridade. Esta doutrina tentava explorar a ideia que qualquer tentativa de depor o monarca ou restringir seus poderes seria contrária à vontade de Deus.

Clero na Igreja Ortodoxa é constituído por todos os ministros sagrados que receberam o sacramento da Ordem.

Nobreza representa uma classe social, era, tal como o clero e o povo, um dos três estados ou ordens que compunham a sociedade na Europa da idade média e idade moderna.

Camponês é o indivíduo que se dedica às atividades rurais, notadamente à produção em base familiar, muitas vezes em economia de subsistência, com autonomia total ou parcial na gestão da propriedade, sendo geralmente proprietário dos instrumentos de trabalho e detentor (em parte ou na totalidade) dos frutos do seu trabalho.

Artesão é um profissional que fabrica produtos através de um processo manual ou com auxílio de ferramentas.


Manufatura é um sistema de fabricação de grande quantidade de produtos onde havia a divisão social do trabalho e algumas máquinas que precisavam do homem. Neste processo pode ser usado somente as mãos (como era feito antes da Revolução Industrial) ou com a utilização de máquinas como passou a ocorrer após a Revolução Industrial.

Ascensão da burguesia e Revolução Industrial - Ponto de partida

ASCENSÃO DA BURGUESIA E REVOLUÇÃO INDUSTRIAL - PONTO DE PARTIDA – p. 80 e 81

Suporte para as aulas do 8º ano azul – Colégio Novo Horizonte – Sistema de Ensino: Dom Bosco.

Aspectos discutidos em sala de aula

Fotografia da obra “Os burgueses Calais” de Auguste Rodin (1888)


Guerra dos Cem Anos identifica uma série de conflitos armados, durante o século XIV e o século XV (1337 - 1453), envolvendo a França e a Inglaterra. Embora a guerra tenha durado 116 anos o tempo foi arredondado para 100. A longa duração desse conflito explica-se pelo grande poderio dos ingleses de um lado e a obstinada resistência francesa do outro, ela foi a primeira grande guerra européia.

Parlamento é a assembleia dos representantes eleitos pelos cidadãos nos regimes democráticos e exerce normalmente o poder legislativo. Em muitos países, o parlamento é denominado Congresso (por exemplo, no Brasil), "Assembleia Nacional" (ou "Assembleia do Povo", como na China Comunista), Conselho, ou ainda Legislatura. Parlamentos geralmente desempenham três funções: legislar, representar e controlar.

Idade Média é um período da história da Europa entre os séculos V e XV. Inicia-se com a Queda do Império Romano do Ocidente e termina durante a transição para a Idade Moderna.

Idade Moderna é um período específico da História do Ocidente. Tradicionalmente aceita-se o início estabelecido pelos historiadores franceses, em 29 de maio de 1453 quando ocorreu a tomada de Constantinopla pelos turcos otomanos, e o término com a Revolução Francesa, em 14 de julho de 1789.


Idade Contemporânea, também chamada de Contemporaneidade, é o período específico atual da história do mundo ocidental, iniciado a partir da Revolução Francesa (1789 d.C.).

Revoluções e novos ideais: vitórias da burguesia

REVOLUÇÕES E NOVOS IDEAIS: VITÓRIAS DA BURGUESIA – p. 78 e 79

Suporte para as aulas do 8º ano azul – Colégio Novo Horizonte – Sistema de Ensino: Dom Bosco.

Aspectos discutidos em sala de aula

Burguesia é uma classe social que surgiu na Europa na Idade Média (séculos XI e XII) com o renascimento comercial e urbano. No mundo ocidental, desde o final do século XVIII, caracterizado por sua propriedade de capitais, e sua visão materialista do mundo. Na filosofia marxista, o termo "burguesia" denota a classe social que detém o meio de produção, e cuja sociais preocupações são o valor da propriedade e da preservação do capital, a fim de garantir a sua supremacia econômica na sociedade. Na contemporânea teoria social o termo burguesia denota a classe dominante das sociedades capitalistas.

Revolução Industrial foi a transição para novos processos de manufatura no período entre 1760 a algum momento entre 1820 e 1840. Esta transformação incluiu a transição de métodos de produção artesanais para a produção por máquinas, a fabricação de novos produtos químicos, novos processos de produção de ferro, maior eficiência da energia da água, o uso crescente da energia a vapor e o desenvolvimento das máquinas-ferramentas, além da substituição da madeira e de outros biocombustíveis pelo carvão. A revolução teve início no Reino Unido e em poucas décadas se espalhou para a Europa Ocidental e os Estados Unidos.

Iluminismo foi um movimento cultural da elite intelectual europeia do século XVIII que procurou mobilizar o poder da razão, a fim de reformar a sociedade e o conhecimento herdado da tradição medieval. Promoveu o intercâmbio intelectual e foi contra a intolerância e os abusos da Igreja e do Estado. Originário do período compreendido entre os anos de 1650 e 1700.

Absolutismo é uma teoria política que defende que alguém (em geral, um monarca) deve ter o poder absoluto, isto é, independente de outro órgão. É uma organização política na qual o soberano concentrava todos os poderes do estado em suas mãos.

Feudalismo foi um modo de organização social e político baseado nas relações servo-contratuais (servis). Tem suas origens na decadência do Império Romano. Predominou na Europa durante a Idade Média.