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quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Atividades do 7º Ano para o segundo trimestre

1 - Durante o período que conhecemos por Idade Média, na Europa, a população era majoritariamente rural e o poder estava diluído entre os senhores feudais. Enquanto isso, a China:

a) tinha o poder centralizado nas mãos do imperador e suas cidades se desenvolviam em função do comércio.
b) tinha quase toda a sua população concentrada nas cidades e já não praticava mais a agricultura.
c) tinha o Hinduísmo como religião oficial e não incentivava o comércio exterior.
d) cobiçava os territórios europeus, avançando com exércitos poderosíssimos na conquista da Alemanha e da França.
e) se fechava ao comércio exterior, concentrando todas as suas forças na agricultura de gêneros como o arroz e na produção da seda.

2 - Compare a Europa medieval à China dos Tang nos aspectos político, religioso e urbano.

3 - Os principais produtos chineses exportados para a Europa durante a Idade Média eram:

a) o café e a pólvora.
b) o arroz e o chá.
c) a seda e a porcelana.
d) o trigo e as frutas exóticas.
e) a carne de porco e a seda.

4 - Assinale certo ou errado.

(   ) Com o exército organizado e poderoso, o Império Chinês expandiu suas fronteiras conquistando terras, sempre por meio de acordos.
(   ) A China dos Tang foi uma das maiores potências nos séculos VII e VIII.
(   ) A expansão chinesa em direção a oeste foi detida pelos árabes muçulmanos na Batalha de Talas, em 751.
(   ) Durante a dinastia Tang, a China sofreu forte influência da cultura hebraica e da cultura egípcia.

5 – Assinale a alternativa incorreta.

a) os tártaros invadiram a China em 1127 e tomaram a parte norte do país, obrigando os Song a mudar sua capital;
b) os mongóis, liderados por Gêngis Khan, também invadiram a China, mas foram derrotados pela resistência chinesa;
c) Marco Polo, por meio de seu Livro das maravilhas, apresentou a China aos europeus.
d) até então, os contatos entre europeus e chineses eram raros em virtude da enorme distância que os separava e das dificuldades de comunicação;
e) a bússola e a pólvora são invenções chinesas, que tornaram as viagens de longa distância mais seguras.

6 - Aponte três fatores que colaboraram para o revigoramento do comércio e das cidades.

7 - Sobre as feiras medievais, assinale o que for correto e incorreto.

( ) As feiras medievais duravam de 15 a 60 dias.
(   ) As feiras aconteciam durante o ano todo e reuniam comerciantes de uma só região.
(   ) Para comparecera uma feira, o comerciante tinha de ter a moeda do local, para não correr o risco de ficar sem vender sua produção.
(   ) Nessas feiras surgiram os cambistas, que faziam o câmbio (a troca) do dinheiro; como eles colocavam a moeda sobre os bancos de madeira, foram chamados de banqueiros.
(   ) Os banqueiros daquela época não praticavam empréstimos a juros.

8 - A respeito da Igreja no período medieval, assinale V, para as alternativas verdadeiras, ou F, para as falsas.

(  ) A força da Igreja no período medieval se devia, sobretudo, à sua organização e riqueza.
(  ) Havia uma hierarquia no interior da igreja, sendo o posto mais alto o do papa; em seguida vinham os bispos e, abaixo deles, os padres e os párocos.
(  ) A maior parte da riqueza da Igreja vinha das doações de terras e dinheiro que recebia dos fiéis.
(  ) Apesar de sua importância na sociedade da época, a Igreja não se livrou dos altos impostos cobrados pelos senhores feudais.
(  ) No período medieval, a Igreja era a maior proprietária de terras da Europa ocidental.

9 - Sobre as principais Cruzadas, faça o que se pede.

a) Complete os grupos que participaram das Cruzadas com seus respectivos interesses.

Pessoas comuns_________________________________________________

Nobres_________________________________________________________

Mercadores_____________________________________________________

Dirigentes da Igreja


b) Justifique a afirmação: “Ao final das Cruzadas, o mundo já não era mais o mesmo”.

10. A partir do renascimento comercial e urbano na Baixa Idade Média, a burguesia mercantil se desenvolveu e se tornou cada vez mais rica. Por outro lado, parte da velha nobreza atravessava dificuldades econômicas, mas ainda tinha seu status social conservado. Ambos passaram a precisar cada vez mais do rei: a burguesia, para conseguir melhoras nas condições de comércio, e a nobreza, para conservar sua posição. Com isso o poder real se fortaleceu. Estamos falando:

a) do processo que levou à formação dos Estados Nacionais na Europa.
b) do progresso das Cruzadas, que se beneficiaram com a aliança entre nobreza e burguesia.
c) da decadência das monarquias absolutistas.
d) da consolidação do capitalismo, que no fim do século XV se tornaria dominante na Europa.
e) da expansão do Islamismo através das redes comerciais.

11. Sobre as cidades medievais, assinale a alternativa incorreta e corrija-a em seguida.

a) O aumento do comércio e do artesanato promoveu a partir do século XI o surgimento de novas cidades.
b) Desde os primeiros séculos da Idade Média, as cidades eram os principais centros de produção, superando o campo, que só se destacou no cenário europeu a partir do século XI.
c) Em muitas cidades medievais, as pessoas precisavam, para trabalhar, pertencer a uma corporação de ofício, associação de profissionais do mesmo ramo de atividade.
d) Uma das mais importantes corporações de comerciantes foi a Liga Hanseática, que chegou a dominar o norte europeu.
e) Cada corporação estabelecia regras para o ingresso na profissão e controlava preços, a qualidade e a quantidade do que ia ser produzido.

12. Com base nos estudos feitos sobre o fortalecimento do poder real, aponte os interesses de cada grupo social no fortalecimento do poder real.

- Leia as afirmativas, assinale certo ou errado.

13. O sistema monárquico emerge de um contexto em que o sistema feudal entrava em crise e por isso obteve o apoio tanto do grupo social em crise, a nobreza, quanto do grupo social em ascensão, a burguesia.
(    ) certo (    ) errado

14. Na condição de Monarquia, sempre houve um absolutismo. Isso significa que os reis, de maneira geral, apoiaram sempre a nobreza em detrimento da classe burguesa; por isso, ocorreram tantas revoluções contra esse sistema.
(    ) certo (    ) errado


15. O rei João sem Terra foi obrigado pela nobreza a assinar a Carta Magna em 1215. O que diz esse documento?

16. Entre os séculos XI e XV, Inglaterra, França, Portugal e Espanha passaram por um processo de formação dos Estados Nacionais, a partir do fortalecimento do poder dos monarcas e da centralização administrativa e política. Apesar dos processos terem sido diferentes em cada um dos lugares, podemos apontar como consequências:

a) a melhor distribuição de poder entre os súditos e a formação dos exércitos eclesiásticos que surgiram com as Cruzadas.
b) a criação de moedas, até então inexistentes, a centralização da cobrança de impostos e o enfraquecimento da Igreja.
c) a centralização da cobrança de impostos, o fim dos direitos feudais e a ascensão dos exércitos mercenários.
d) o estabelecimento de uma moeda única em cada um dos estados, a centralização da cobrança de impostos e a criação e fortalecimento dos exércitos nacionais.
e) o fortalecimento da Igreja em relação aos monarcas, o fim do sistema feudal de propriedade de terras e o avanço do escravismo.

17. Ao estudarmos o mercantilismo destacamos alguns princípios básicos, entre os quais citamos: metalismo, balança comercial favorável, protecionismo e todo comércio colonial deve ser monopólio da metrópole. Escolha uma das opções anteriores e explique-a.

18. Na Idade Média, a instituição mais poderosa foi a igreja católica. Ela tinha grande prestígio, apresentando-se como intermediária entre Deus e os homens. Durante a Idade Média as pessoas não tinham liberdade para fazerem ou pensarem por conta própria, uma vez que a Igreja Cristã dominava a cultura e até a forma como as pessoas pensavam.

Explique como era a situação social da Europa medieval, que permitia à Igreja ter tanto poder sobre as pessoas nesse período.

19. A igreja católica nunca foi unânime: havia, em seu interior, situações e ideias que não estavam de acordo com os dogmas estabelecidos.
Escreva que nome recebia uma ideia que não seguia os ensinamentos oficiais da Igreja.

20. O período conhecido por Idade Média abrangeu quase mil anos. A forma de o homem viver passou por muitas transformações. A Idade Média foi caracterizada pela valorização da fé. Em nome dela, a Europa mergulhou num dos mais significativos combates da História, as Cruzadas. No século XI, o Papa Urbano II convocou os cristãos de todo o mundo para uma grande missão, a qual ficou conhecida por Cruzada. Explique o que foram as cruzadas e apresente o fato que levou o papa a convocá-las.


21. As expedições militares e as Cruzadas tornaram-se excelentes formas de aliviar a tensão social da nobreza medieval. Além dos nobres e dos cavaleiros, uma boa parcela da população participou das Cruzadas. O que motivou a população a participar?

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

A formação e consolidação do feudalismo

O Feudalismo se formou com a junção de elementos de origem romana e germânica,como o colonato de origem romana e o comitatus de origem germânica. Os camponeses eram obrigados a dar parte de que produziam aos proprietários das terras, que era o colonato. O comitatus eram guerreiros que conquistavam e distribuíam bens. Declinou-se durante a idade média o Feudalismo. O Feudalismo era baseado na fidelidade entre a nobreza guerreira exercida sobre os camponeses. Segundo historiadores a queda do Império Romano começou em 476,até a tomada de Constantinopla pelos turcos, em 1453.

Por: Murilo Amato - 7 ano B - Colégio Sábio Viver

Economia (Feudalismo)

A economia baseava-se na agricultura, e no pastoreio . O local do feudo , onde eram  a cultivada e criação de gado se chamava senhorio.

O senhorio era dividido em três grandes áreas; manso senhorial ( terras onde tudo oque se produzia era do senhor ) , manso servil ( terras em que os camponeses para sobreviver e cumprir as obrigações para com o senhor ) , comunais ( floresta e pastagens ).

O Feudo produzia quase tudo que os camponeses precisavam; alimentos, roupas, ferramentas,  tecidos etc. Vinham de fora o sal necessário para à conservação de carnes , e o ferro para fabricação de armas e utensílios.

O comércio na época era bem restrito. Trocava-se um produto por outro, e a moeda era cunhada no próprio feudo. 

Até o século XI , os instrumentos para agricultura feudal eram rudimentares : a pá, a enxada, a foice e o arado de madeira endurecida ao fogo.

Por: Beatriz Nogueira - 7 Ano B - Colégio Sábio Viver

Formação e consolidação do feudalismo

O feudalismo formou-se por meio de um longo processo que combinou elementos de origem romana, como o colonato, com outros de origem germânica, como o comitatus. O colonato obrigava os camponeses a darem parte do que produziam aos proprietários das terras. Já o comitatus, era um bando de guerreiros unidos pela fidelidade a um chefe capaz de conquistar e distribuir bens.
O feudalismo se baseia na dependência e fidelidade entre a nobreza guerreira e na dominação exercida sobre os camponeses. O feudalismo consolidou-se, e declinou durante a Idade Média, período que vai da queda do Império Romano do Ocidente, em 476, até a tomada de Constantinopla pelos turcos, em 1453.

Por: Gabriela Ribeiro Souza - 7° ano A - Colégio Sábio Viver

Império Carolíngio

Carlos Magno continuou com a aliança com a crença católica e a política guerreiras 

dos francos. Publicou em 789 a seguinte lei:      

A todos. Aprovamos que o trabalho não sejais feitos aos domingos 

[...] Que os homens não sejam obrigados aos trabalhos nos campos, nem ao 

cultivo nas videiras ,nem lavrar as terras , nem a ceifar , ou a cortar o 

feno , ou a plantar  nas reservas , nem abrir florestas e nem derrubar 

 Só é permitido fazer três tipos de transportes: transportes militares, 

transportes de víderes e transportar um corpo ao cemitério.

O império carolíngio colecionava vitorias e duplicava as terras sob 

Na noite de natal do ano 800, Carlos Magno foi coroado imperador 

de basílica de São Pedro, Roma solidificando sua aliança com a Igreja 


Por: Bianca de Assis Farias – 7º Ano A - Colégio Sábio Viver

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Carlos Magno

A morte de Carlos Magno fez com que o Império Carolíngio enfraquece.Seu filho e também sucessor Luís como referencia à intensa religiosidade teve dificuldade para impor sua autoridade.Com a morte de Luís, seus filhos disputavam o trono com armas,a guerra durou três anos e encerrou com uma assinatura do Tratado de Verdun no ano de 843,o acordo dividia o império em três partes:Carlos, o calvo ficou com a parte ocidental;Luís,o Germânico ficou com a parte oriental e Lotário com a parte central que se extendia do Mar do Norte até o centro da atual Itália depois da divisão do Império Carolíngio ocorreu um enfraquecimento do poder central e aproveitando-se disso nobres (condes, duques e marqueses) foram tornando cargos vitalícios e aumentando seu poder local.Além disso,povos vindos de diferentes lugares atacaram a Europa.Para defenderem seus territórios e para ajudar chamaram os nobres que,com isso,se fortaleceram ainda mais;consolidou-se, assim, na Europa o feudalismo foi criado 

Por: Pedro Mury - 7º Ano B - Colégio Sábio Viver

O Reino Franco

          Os Francos atravessaram o Rio Reno se estabelecendo na Gália, visando as riquesas que a região proporciona. Lá se dividiram em grupos, cada qual com seu chefe. Um chefe chamado Clóvis, usou armas para destacar sua autoridade, se tornando assim, o primeiro da dinastia merovíngia, que com esse nome quis homenagear seu avô Meroveu. Durante seu poder, Clóvis estabeleceu a capital do seu reino, na atual cidade de Paris. E partiu com seus guerreiros em busca de novas terras.
          Clóvis também aumentou seu poder casando-se com Clotilde, princesa cristã do reino de Burgúndia. Em 496, com a influência de Clotilte, Clóvis se converteu ao cristianismo, e agora com o apoio da igreja, ampliava cada vez mais seu reino.
         Como os sucessores de Clóvis, preferiam se ocupar somente com festas e torneios de esgrimas, por isso o "apelido" de reis indolentes. Como esses não tinham interesse em assumir o reino, o governo passou o reino para um alto funcionário; o prefeito do palácio, ou mordomo de paço.
          O sucessor de um desses mordomos do paço, Pepino (assim chamado por sua baixa estatura) depôs o último rei merovíngio por meio de um golpe, iniciando assim, a dinastia carolíngia. Pepino, em um acordo com o papa, combinaram que; o papa o reconhecia como rei, e Pepino o defendia dos lombardos (povo da Itália central, que ameaçava assaltar a sede do papado). Então, Pepino e seus cavaleiros invadiram a Itália, derrotando os lombardos. Parte das terras conquistadas, foram doadas a Igreja Católica. De tal doação, surgiu o patrimônio de São Pedro.

 Por:  Beatriz Amâncio - 7º Ano A - Colégio Sábio Viver

Carlos Magno

Carlos Magno dividiu o império em províncias , para administrar as províncias ele colocou funcionários de sua confiança como : condes, duques e marqueses.
Os marqueses administravam as marcas, territórios das fronteiras do império; os duques controlavam ducatos, territórios próximos as fronteiras e formavam e lideravam os exercícios; os condes administravam os demais territórios, cobrando impostos, multas e fazendo cumprir as decisões do rei. 
Carlos Magno ampliou os poderes dos missi dominici para , inspetores reais,que fiscalizavam condes, duques e marqueses, todos os anos.

Lucas Pereira Nascimento - 7º Ano B - Colégio Sábio Viver

A Formação da Europa Feudal

-Durante a crise do Império Romano, grande parte das população, fugiram da cidade para o campo. As cidades acabaram se esvaziando, enquanto a Europa Ocidental vivia um processo de ruralização.

  - Também vimos que enquanto populações se mudavam para o campo, os "germanos" aumentaram os ataques ao Império Romano, que acabou por ser vencido e volta do século V.

Por: Beatriz Nogueira - 7º Ano B - Colégio Sábio Viver

A Formação da Europa Feudal

Durante a crise do Império Romano, milhares de pessoas fugiam da cidade

para o campo em busca de segurança e trabalho. As cidades se

esvaziavam, e a Europa ocidental vivia um processo de ruralização.

Em quanto populações inteiras se mudavam para o campo, os germanos ,

intensificavam seus ataques ao Império Romano, acabando  por

conquista-lo na segunda metade do século V.

Por: Ana Beatriz  - 7º ano A - Colégio Sábio Viver

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

A vida dos povos bárbaros

MAPA DOS REINOS GERMÂNICOS

Bárbaros são chamados assim pelos romanos por não falarem grego ou latim e viverem fora dos limites do Império Romano. as famílias se organizavam assim: O pai era o chefe e se dedicavam as expedições, aos combates e a caça, as mulheres eram responsáveis pelo trabalho de casa e do campo, o casamento é monogâmico, e a mulher é respeitada, suas casas eram de madeiras revestidas de barro e suas leis não eram escritas.

Praticavam agricultura de subsistência e para completar suas necessidades praticavam saquem nas regiões conquistadas, cultivavam trigo, cevada, centeio, ervilha e feijão, e fabricavam cerâmicas e armas de ferro.

Família de bárbaros germânicos


quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Povos germânicos - Ponto de partida

Com a queda do Império Romano os territórios sob teu domínio foram divididos entre diversos povos germânicos, esses não possuíam estrutura administrativas e poucos conseguiram formar novos reinos. Os Francos foram os únicos a construir um reino germânico que sobrevive por alguns séculos, esse reino deu origem ao Império Carolíngio, que vem a ser a organização política mais importante da idade Média.

Ruínas do Império Romano

O cristianismo no Império Romano

Em meio a crise do Império Romano o cristianismo se desenvolve e se consolida. Quando Jesus Cristo começa suas pregações o Império ainda estava no apogeu, mas com alguns problemas graves, e no momento as propostas cristãs contrastavam com as regras do Império Romano, dentre elas podemos destacar:

*Monoteísmo (crença num único Deus) - Romanos seguiam o politeísmo.
*Igualdade - A hierarquia romana colocava os Imperadores como superiores (Deuses).
*Dez mandamentos - Dispensavam as leis romanas. 
*Paz e amor - Em Roma vivia-se rivalidade, vinganças e guerras.

Jesus Cristo foi condenado e morto por crucificamento, penalidade aos que representavam perigo aos romanos, todos cristãos passaram a ser perseguidos e massacrados, por não admitirem os imperadores como deuses.

O cristianismo ganha adeptos principalmente das classes mais pobres da sociedade, mas com o passar do tempo o cristianismo ganha espaço também entre a elite, que cresce, até que em 313 d.C. o Imperador Constantino publica o Édito de Milão que concede liberdade de culto aos cristãos.

Após o Édito de Milão outros imperadores também se convertem ao cristianismo, e no ano de 380 d.C. a religião foi oficializada por Teodósio, tornando-se a única no império. Os conflitos religiosos continuam e o enfraquecimento do império era acelerado, assim o império caminha pra seu fim e a igreja cristã se fortifica e sobrevive.

***Os 10 mandamentos***

1 - Não terás outros deuses
2 - Não farás imagens
3 - Não tomarás o nome do teu deus em vão
4 - Lembra-te do dia do sábado
5 - Honra teu pai e tua mãe
6 - Não matarás
7 - Não adulterarás
8 - Não roubarás
9 - Não dirás falso testemunho
10 - Não cobiçarás

Blake, Willian. A night of peace. 1815. 1 original de arte, ilustração técnica mista, color., 15,7 x 12,3 cm. The Huntington Library, art Collections, and Botanical Gardens, San Marino, Estados Unidos.

A caminho do fim - As crises do Império Romano

Por mais de 200 anos (29 a.C. - 180 a.C.) o Império Romano viveu o momento conhecido como Pax Romana, nesse tempo foram construídos inúmeras obras públicas, que facilitaram muito o transporte do exército e funcionários imperiais além de muralhas de defesa e aquedutos para abasteces as cidades.

Pensavam que esse período não acabaria, mas por volta do século III é chegado o fim desse período, pois faltam novas conquistas, diminuindo assim o fluxo de novos escravos para trabalhar em lavouras ou cidades. A grande quantidade de militares e funcionários públicos aumentam o consumo de alimentos.

Uma crise política tira o controle dos imperadores, assim facilitando as invasões que acontecerão posteriormente. 

Entre as crises mais importante podemos citar a crise econômica, a crise militar e a crise política. 

Em uma linha do tempo cronológica para o fim de Império podemos destacar: Pax Romana - Crise do Império - Declínio do Império.

AQUEDUTO NO IMPÉRIO ROMANO

ESTRADA NO IMPÉRIO ROMANO

MURALHA NO IMPÉRIO ROMANO

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Quem e quais são os povos bárbaros?

Os povos bárbaros eram de origem germânica e habitavam as regiões norte e nordeste da Europa e noroeste da Ásia, na época do Império Romano. Viveram em relativa harmonia com os romanos até os séculos IV e V da nossa era. Chegaram até a realizar trocas e comércio com os romanos, através das fronteiras. Muitos germânicos eram contratados para integrarem o poderoso exército romano.

Os romanos usavam a palavra "bárbaros" para todos aqueles que habitavam fora das fronteiras do império e que não falavam a língua oficial dos romanos: o latim. A convivência pacífica entre esses povos e os romanos durou até o século IV, quando uma horda de hunos pressionou os outros povos bárbaros nas fronteiras do Império Romano. Neste século e no seguinte, o que se viu foi uma invasão, muitas vezes violenta, que acabou por derrubar o Império Romano do Ocidente. Além da chegada dos hunos, podemos citar como outros motivos que ocasionaram a invasão dos bárbaros: a busca de riquezas, de solos férteis e de climas agradáveis.

Principais Povos Bárbaros

- Alanos: originários do nordeste do Cáucaso. Entraram no Império Romano entre os séculos IV e V. Ocuparam a região da Hispânia e o norte da África.

Saxões: originários do norte da atual Alemanha e leste da Holanda. Penetraram e colonizaram as Ilhas Britânicas no século V.

- Francos: estabeleceram-se na região da atual França e fundaram o Reino Franco (veja exemplo de obra de arte abaixo)

- Lombardos: invadiram a região norte da Península Itálica

- Anglos e Saxões: penetraram e instalaram-se no território da atual Inglaterra

- Burgúndios: estabeleceram-se na sudoeste da França

- Visigodos: instalaram-se na região da Gália, Itália e Península Ibérica (veja exemplo abaixo da arte visigótica)

- Suevos: invadiram e habitaram a Península Ibérica

- Vândalos: estabeleceram-se no norte da África e na Península Ibérica

- Ostrogodos: invadiram a região da atual Itália

arte bárbara - arquitetura Arte Visigótica : exemplo da arquitetura bárbara na Península Ibérica

Economia, Arte, Política e Cultura dos Bárbaros Germânicos 

A maioria destes povos organizavam-se em aldeias rurais, compostas por habitações rústicas feitas de barro e galhos de árvores. Praticavam o cultivo de cereais como, por exemplo, o trigo, o feijão, a cevada e a ervilha. Criavam gado para obter o couro, a carne e o leite. Dedicavam-se também às guerras como forma de saquear riquezas e alimentos. Nos momentos de batalhas importantes, escolhiam um guerreiro valente e forte e faziam dele seu líder militar.

Praticavam uma religião politeísta, pois adoravam deuses representantes das forças da natureza. Odin era a principal divindade e representava a força do vento e a guerra. Para estes povos havia uma vida após a morte, onde os bravos guerreiros mortos em batalhas poderiam desfrutar de um paraíso.
A mistura da cultura germânica com a romana formou grande parte da cultura medieval, pois muitos hábitos e aspectos políticos, artísticos e econômicos permaneceram durante toda a Idade Média.

arte medieval Vitral : arte medieval representando o rei franco Carlos Magno

Os Hunos 

Dentre os povos bárbaros, os hunos foram os mais violentos e ávidos por guerras e pilhagens. Eram nômades ( não tinham habitação fixa e viviam a percorrer campos e florestas ) e excelentes criadores de cavalos. Como não construíam casas, viviam em suas carroças e também em barracas que armavam nos caminhos que percorriam. A principal fonte de renda dos hunos era a pratica do saque aos povos dominados. Quando chegavam numa região, espalhavam o medo, pois eram extremamente violentos e cruéis com os inimigos. O principal líder deste povo foi Átila, o líder huno responsável por diversas conquistas em guerras e batalhas.

Post retirado de http://www.suapesquisa.com

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Teorias sobre a origem do homem americano e brasileiro

Publicação retirada do site www.sohistoria.com.br


Chegando à América

A hipótese tradicional propõem que o ser humano chegou ao continente americano atravessando uma ponte de gelo ou terras emersas na região do Estreito de Bering, entre os atuais Estados Unidos e Rússia.
Segundo essa hipótese, alguns cientistas afirmam que a chegada dos primeiros grupos teria acontecido há cerca de 20 mil anos, durante a última glaciação, época em que a temperatura do planeta esteve extremamente baixa e as geleiras avançaram dos pólos em direção ao equador.
Esses primeiros ocupantes da América, que teriam vindo das atuais Mongólia e Sibéria, na Ásia, seriam caçadores e estariam perseguindo suas presas quando fizeram a travessia para a América do Norte. Tudo indica que, naquele momento, o nível do mar estava aproximadamente 150 metros mais baixo do que atualmente, formando assim uma sólida faixa de gelo. Essa camada de gelo teria se desfeito quando a temperatura do planeta subiu, dando origem ao atual Estreito de Bering.
A migração de seres humanos através do Estreito de Bering não pode ser descartada, mas é provável que tenham existido outros caminhos. É possível também que homens e mulheres tenham chegado ao continente americano muito antes dessa data.

O homem brasileiro

Ainda não se sabe ao certo quando os primeiros grupos humanos começaram a povoar o território brasileiro.
Durante muitos anos, esses grupos forma crescendo e avançando em todas as direções do continente, ocupando inclusive o território que hoje é o Brasil. Como eram nômades, deslocavam-se de um lugar para o outro, alimentando-se de animais, peixes, frutas e raízes.
Eles percorreram o continente em direção ao sul, acompanhando rebanhos de animais e caçando bisões, mamutes, castores e preguiças gigantes. Os cientistas encontraram fósseis desses animais e pontas de flechas que indicam os caminhos por onde andaram nossos antepassados.
Com o passar do tempo, alguns grupos foram se fixando em diferentes lugares. Passaram a domesticar animais e a cultivar a terra, formando pequenas aldeias.
Muitos cientistas afirmam que os grupos humanos já estavam aqui a 12 mil anos. Outros falam em 25 mil anos. O fato é que trabalhos recentes mostram que há 10 mil anos o Brasil não era um deserto de gente. Diferentes povos já haviam se espalhado por regiões como a Amazônia, o Nordeste, o Pantanal e o Cerrado.

Vestígios da humanidade

Os fósseis são as principais fontes de informação utilizadas pelas pessoas que estudam a origem da humanidade.
O fóssil não é parte do ser vivo. Alguns minérios, com o tempo substituem o material orgânico, preservando a forma original do ser vivo. Então, dá-se o nome de fóssil às formas petrificadas ou endurecidas dos seres vivos, com pelo menos 10 mil anos


quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Degradação do mundo romano

DEGRADAÇÃO DO MUNDO ROMANO - A CAMINHO DO FIM - AS CRISES DO IMPÉRIO ROMANO - p. 82, 83, 84, 85 e 86 

Suporte para as aulas dos 7º anos - Colégio Novo Horizonte - Sistema de Ensino: Dom Bosco.

Aspectos importantes conversados em sala

Divisão do Império romano

POVOS GERMÂNICOS ou Germanos são um grupo etno-linguístico indo-europeu originário do norte da Europa e identificado pelo uso das línguas indo-europeias germânicas que se diversificaram do proto-germânico durante a Idade do Ferro pré-românica.

BÁRBARO é um termo utilizado para se referir a uma pessoa tida como não-civilizada. A palavra é frequentemente utilizada para se referir a um membro de uma determinada nação ou grupo étnico, geralmente uma sociedade tribal, vista por integrantes de uma civilização urbana como inferiores, ou admirados como nobres selvagens. De maneira idiomática ou figurativa, o termo também pode se referir individualmente a uma pessoa bruta, cruel, belicosa e insensível.

ISLàé uma religião abraâmicamonoteísta articulada pelo Alcorão, um texto considerado pelos seus seguidores como a palavra literal de Deus (Alá, em árabeالل;transl.: Allāh), e pelos ensinamentos e exemplos normativos (a chamada suna, parte do hadith) de Maomé, considerado pelos fiéis como o último profeta de Deus. Um adepto do islamismo é chamado de muçulmano.


BÁRBAROS

O IMPÉRIO ROMANO