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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Primeira Guerra Mundial / Alemanha

Primeira Guerra Mundial

Durante todo o século XIX, as potências europeias foram rivais por causa da corrida imperialista por territórios e mercados. Países como a Grã-Bretanha, a Alemanha e a França queriam conservar ou ampliar seu império colonial. Essas rivalidades entre os países imperialistas são uma dos principais motivos  da Primeira Guerra mundial, um conflito disputado nos cinco continentes.

ALEMANHA

A Alemanha de Otto Von Bismark cresceu rapidamente. Bismark usava sistema de alianças defensivas na política externa, que conseguia aliados fortes para evitar o isolamento da Alemanha em caso de guerra. O Kaiser Guilherme II demitiu Bismark em 1890 e começou uma nova política externa: a '' política de expansão á força''
Era uma política agressiva, o império alemão queria disputar com a Grã-Bretanha a liderança marítima e comercial e fazer com que conseguisse uma grande parte da Ásia e da Africa.

Por: Vitória Gonçalves Silva- 9 Ano B - Colégio Sábio o Viver - 2015

1ª Guerra Mundial / A Grã-Bretanha / A França

1ª Guerra Mundial 
     
   ** A Grã-Bretanha :
A Grã-Bretanha ,por sua vez não estava disposta a ceder . Queria manter intacto seu imenso império e sua liderança nos mares, fato que intensificou a sua rivalidade com a Alemanha; um jornal inglês do início daquela época chegou a afirmar: "A Inglaterra deve compreender o que é inevitável e constitui a sua mais grata esperança de prosperidade: a Alemanha deve ser destruída."

   ** A França :
A França era uma antiga rival da Alemanha e sonhava com uma revanche contra os alemães, a fim de recuperar a rica região da Alsácia-Lorena, perdida para eles após a Guerra Franco-Prussiana (1870- 1871).
Tendo a Alemanha como inimigo comum , França e Grã-Bretanha firmaram uma aliança em 1904, a Entende Cordiale, que três anos depois recebeu a adesão da Rússia; nascia então, a Tríplice Entende (1907). 

Por: Gabi - 9º Ano B - Colégio Sábio Viver 

A paz armada / A gota d´água

A PAZ AMARDA

Os países da Europa entraram em um período em que começava a se armar prevendo uma uma guerra. Assim entravam em uma corrida armamentista, e adotaram o serviço militar obrigatório e passou a fabricar armas e munição.

A GOTA D`ÁGUA
A gota d`água foi o assassinato do herdeiro do trono austro-húngaro no dia 28 de junho,dois nacionalistas servos,o seu objetivo era libertar a região do domínio austríaco. A Austria declarou guerra a Sérvia em 28 de julho de 1914. Foi declarada a guerra pois o governo da Sérvia foi acusado como mandantes do crime. E nisso iniciou-se a primeira guerra mundial

Por: Victor Sena - 9° Ano B - Colégio Sábio Viver

Japão, uma nova potência capitalista

Em 1855,o Japão, em pressão imposta pelo oficial norte-americano Matthew Perry, com canhões mirados para seu território, finalmente abriu dois portos ao comércio com navios mercantes norte-americanos. Em seguida, a Grã-Bretanha, a Rússia e a Holanda também conseguiram, depois de pressionarem.

Com isso, uma parte das lideranças começaram a defender a "modernização"  e avanços tecnológicos. E a outra era contra, achavam que era um começo de submissão do país japonês ao ocidente, dando início a uma guerra civil. Que foi vencido pelos que apoiavam tal modernização.

Em 1868, o imperador Mitsuhito, que estava fortalecido, anunciou a política de modernização no país. No qual iria se industrializar, com os avanços da tecnologia, porém sem perder suas tradições.

Por: Melissa Vasques - 9°Ano A - Colégio Sábio Viver

Britânicos na China

Quando o europeu Marco Polo chegou a China, no século XIII o império chinês era praticamente autossuficiente. Os europeus tinham enorme interesse pela seda, pelo chá, pelas porcelanas da China, produtos vendidos por altos preços na Europa. Entre os séculos XIII e XVIII o comércio entre os europeus e os chineses era favorável aos chineses.

Por volta de 1820 a situação se inverteu: a balança comercial.

Porque os comerciantes britânicos passaram a obter grandes lucros com a venda de ópio. 

A droga era trazida das plantações inglesas na Índia. O ópio era proibido na China.

Lin Zexu, braço direito do imperador Daoguang, da dinastia Mandchu, escreveu uma carta para a rainha Vitória pedindo que ela não permitisse esse tipo de comércio. Ela não respondeu.

Os chineses resolveram agir: confiscaram 1.400 toneladas de ópio bruto e lançaram ao mar. Os britânicos declararam guerra. O governo da rainha Vitória mandou bombardear várias cidades chinesas. Essa guerra foi chamada Guerra do Ópio de 1839 a 1842, os ingleses saíram vitoriosos.

O Tratado de Nanquim foi assinado em 1842, foi um dos mais importantes da China.

Ele estabelecia:

- a abertura de cinco portos na China para os mercadores ingleses pudessem comerciar livremente;
- tiveram de pagar 21 milhões de dólares pela perda do ópio e pela guerra;
- o controle de Hong Kong pelos ingleses;
- o direito dos inglese de serem julgados por suas próprias leis;

Por: Ricardo Gomes da Silva - 9º Ano B - Colégio Sábio Viver

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

O imperialismo

A partir de 1870, as potencias capitalistas como EUA , Grã Bretanha , França e Japão entraram em uma disputa por colônias ou áreas de influencia na Asia, África, América Latina e Oceania ; Essa expansão capitalista com o objetivo de dominação e chamada de Imperialismo ou Neocolonialismo.

Por: Bruno Tomaz - 9º Ano A - Colégio Sábio Viver

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Alemães,portugueses e espanhóis / A Conferência de Berlim

Alemães,portugueses e espanhóis

Portugal,ainda possuía quase todos os territórios que tinha nos séculos XV e XVI,,como Guiné,Angola,Moçambique,São Tomé e Príncipe e as Ilhas de Cabo Verde entre outros.
A África era dominada principalmente por britânicos e franceses, a Alemanha entrou na corrida depois que conquistou duas colônias:a África do Sudoeste Alemão,que tem acesso ao oceano Atlântico , e a África Oriental Alemã,que tem acesso ao oceano Índico.

A Conferência de Berlim


A corrida imperialista tensões que ameaçavam a paz na Europa.Para evitar o que poderia ser uma guerra,as superpotências da Europa estabeleceram novas regras na Partilha da África .Na conferência de Berlim que foi realizada em 28 de fevereiro de 1885,decidiram que apenas um país da Europa teria direito a um território africano se comunicasse a sua colonização as outras potências europeias.E foi liberado também a livre navegação na bacia do rio Congo e Níger que cortam o continente.

Por: Matheus Rodrigues Ferreira - 9º Ano B - Colégio Sábio Viver

A África entre os séculos XVl e XXl

Entre os séculos XVl e XVlll ocorreu na África um  aumento populacional decorrente da melhoria das  técnicas  agrícolas  e  da  incorporação  pelos  africanos de  plantas  americanas, como milho e mandioca. Com o aumento populacional a procura por terras férteis se tornou frequente que acabou ocasionando uma guerra entre pequenos reinos que foram conquistando outros e se tornando maiores (conjuntos políticos formados por varias etnias). 


Por: Isabella Soares - 9º Ano B - Colégio Sábio Viver

Belgas no Congo

Em 1884,Leopoldo II conseguiu transformar o Congo em uma propriedade particular dele, e a chamava de ‘Estado-Livre do Congo’.Extraiu uma fortuna de borracha e marfim nesse território.A dominação está entre um dos episódios mais cruéis da história.Os reféns eram mortos , se os homens(outros reféns) não trouxessem a quantidade certa de borracha e marfim.O rei Leopoldo II perdeu o seu direito no Congo, pois o batista A.E Scrivinner divulgou os horrores.


Por: Lucas Godoy -  9 Ano B - Colégio Sábio Viver

Britânicos na África

Um dos países que lideraram a corrida pela África foi a Grã-Bretanha. Já no Egito os britânicos estabeleceram protetorado (país ou território com governo próprio, mas controlado por outro Estado referente à política externa e segurança) para se aproveitar do fato de que o governo egípcio estava endividado pela construção do Canal de Suez, que foi patrocinado pelos franceses e egípcios.

 O Canal de Suez fica entre o continente africano e asiático, e também liga o Mar Vermelho ao Mediterrâneo. Em 1875 a Grã-Bretanha comprou, por 4 milhões de libras, parte do Egito no canal, assim os britânicos tiveram controle do canal que era fundamental para a ligação com a Índia.


No Sudão os britânicos tomaram medidas mais drásticas, utilizando a violência, e os sudaneses muçulmanos enfrentaram, assim, iniciando a guerra santa. Apesar de algumas vitórias, acabaram sendo derrotados pelos britânicos. Inglaterra se apossou, além do Egito e do Sudão, de Uganda (Quênia) e da Rodésia (Zimbábue).


Por: Marina Manso - 9 Ano B - Colégio Sábio Viver

Belgas no Congo


No ano de 1884 , o rei da Bélgica Leopoldo II  deixou o Congo bem maior que a Bélgica em propriedade particular dele chamada de ”Estado-Livre do Congo”.  Ele também explorou a mão de obra africana conseguindo extrair de lá borracha e marfim. Com o domínio, ocorreram vários conflitos que acabou em cerca de 10 milhões de africanos mortos.

A obrigação dos homens era ir a floresta em busca de borracha e marfim, se eles não conseguissem a quantidade combinada, seus reféns acorrentados (no caso crianças, adultos e velhos) eram mortos a facada ou até mesmo a tiros. Em 1903 , batista A.E.Scrivener comentou os acontecimentos que havia passado e, com isso Leopoldo se sentiu pressionado e saiu de sua Liderança ,deixando então o cargo para o governo Belga.
 
 Por: Isabela F. Portela - 9°Ano A - Colégio Sábio Viver

Britânicos na África

A Grã-Bretanha, por ser um país de grande importância em relação a conquista da África, usou seu ''poder'' para se apossar do Egito, que estava passando por um processo de divida, e estabelecer um protetorado (situação em que um Estado se coloca sob a autoridade de outro). Protetorado esse que visava à posse de grande parte do Canal de Suez, que era uma importante ligação entre o Mar Vermelho e o Mar Mediterrâneo, esse canal era vital para a ligação da Inglaterra com a Índia, onde se comprava especiarias que eram revendidos na Europa com grandes lucros.                                  

Os ingleses não dominaram somente o Egito, o Sudão também foi outro ''alvo'', mas durante esse período de violência, os sudaneses, que eram da religião muçulmana, começaram uma guerra que ficou conhecida como Guerra Santa, que era uma guerra originada por diferenças entre as religiões (Esforço a favor de Alá), mas no final dessa guerra os sudaneses não aguentaram a pressão causada pela grande Inglaterra e foram derrotados.                                                                                                                                                                         No final, outros países também ficaram sob domínio dos ingleses, foram eles Uganda (atual Quênia) e Rodésia ( atual Zimbábue)     
           
Por: Letícia de Paula - 9º Ano A - Colégio Sábio Viver

O Imperialismo

  As grandes potências capitalistas como EUA,Grã-Bretanha,França e Japão entraram em conflito em disputa por colônias ou área de influência na Ásia,África,América Latina e Oceania;essa expansão,com o objetivo de dominação,é chamada de Imperialismo ou neocolonialismo.

  Essas potências foram atrás dessas áreas em busca de:

- oportunidades de investimentos para seus capitais;
- mercados produtores de matéria prima (carvão, ferro,cobre);
- mercados consumidores de manufaturados;
- ouro e diamante na África.

  Quando uma potência conseguia uma colônia ,o governo apoiava ainda mais essa potência à continuar,e essa conquista era considerada um “orgulho nacional” para a sua nação.

Por: Eduardo Fortunato Frias - 9º Ano A - Colégio Sábio Viver

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

A CONFERÊNCIA DE BERLIM

Alemães, Portugueses e Espanhóis

PORTUGAL, manteve a maior parte de seus territórios conquistados durante os séculos XV e XVI. 

ALEMANHA, conquistou duas colonias, a Africa do Sudoeste Alemão e a Africa Oriental Alemã, pois nessa época boa parte do território já tinha sido dominado por ingleses e franceses.

ESPANHA, conservou uma parte do Marrocos.

A CONFERÊNCIA DE BERLIM 

A conferência  de Berlim foi um acordo que impunha regras da partilha da África, onde foi decidido que uma nação européia só teria um território se comunicasse as demais nações e enviasse para o território uma autoridade capaz de fazer respeitar o território adquirido, também foi combinado que seria permitido a livre navegação entre os rios Congo e Níger. Nessa conferência foi feito novo mapa da África no qual foi feito fronteiras artificiais e misturava e separava povos de culturas e línguas diferentes, o que causou guerra entre os próprios africanos, onde algumas delas existem até hoje em dia.

Por: Marcos - 9º Ano A - Colégio Sábio Viver

Britânicos na Índia

No século XVII, os britânicos chegaram na Índia, trazendo junto com eles vários outros comerciantes de outros países.

E em 1750, os britânicos começaram a vender aos indianos tecidos ingleses, além de aumentar os impostos sobre o tecido.

E devido ao governo inglês na Índia, ela passou a passar fome, causando revoltas e rebeliões, a tal "Revolta dos Sipaios"

Porém a Inglaterra massacrou a revolta, com armas e canhões, trazendo de volta a ''paz" no país.

Anos depois a Rainha da Inglaterra foi coroada como imperatriz da Índia.

E com as riquezas na Índia, os ingleses se aproveitaram e criaram um sistema muito grande de comércio, de ferrovias etc. Assim enviando milhões de libras para o seu país.

Por: Pedro Peters - 9° Ano B - Colégio Sábio Viver 

domingo, 8 de fevereiro de 2015

Segunda fase da Revolução Industrial

Segunda Revolução Industrial, caracterizou-se pela descoberta de novas tecnologias aplicadas na indústria, nos transportes e nas comunicações. 

Na indústria foram decisivas :
**A descoberta de um processo de fabricação por aço (1856-por Henry Bessemer), amplamente usado na indústria de armas , na construção civil e na fabricação de máquinas .
** A invenção do dínamo (1870), um gerador de eletricidade que permite a transmissão de corrente elétrica a longas distâncias ,por meio de usinas elétricas.
** A invenção aperfeiçoamento do motor de combustão interna (1870), que permitiu o aproveitamento do petróleo e seus derivados( gasolina e diesel ) como fonte de energia .

Nos transportes :
**Assistiu-se ao aumento progressivo das ferrovias , e o uso da locomotiva e do barco a vapor no transporte de pessoas e mercadorias . Ao mesmo tempo, o aproveitamento do petróleo e de seus derivados, como fonte de energia permitiu a HENRY FORD e a KARL BENZ a construção dos primeiros automóveis (1890).

Nas comunicações :
**Nas comunicações ocorreram duas descobertas decisivas: a invenção do telégrafo  (1836-por Samuel Morse), e do telefone (1876-pelo italiano Antonio Santi Giuseppe Meucci).
** Descobriu-se recentemente que Alexandre Graham Bell comprou a patente de Meucci o verdadeiro inventor.

Por:Gabi - 9ºano - sábio viver

Da Monarquia à República - Período de Transição

-A crise na monarquia

A partir de 1870 a monarquia passava por uma situação de crise.

Vários fatores contribuíram para o fim da monarquia.

Integrantes da elite, da camada média e a da população mais pobre passaram a defender a implantação da República.

Movimento rebeldes como a Inconfidência  Mineira, a Conjuração Baiana, a Revolução Pernambucana , a  Confederação do Equador e a Guerra dos Farrapos já defendia a implantação da república desde o século XVIII.

 O dia 15 de novembro de 1889 marcou o fim do império e o início da república no Brasil. Houve uma transformação significativa.

Por: Erick - 9º Ano - Colégio Novo Horizonte

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

As leis abolicionistas no Brasil

ESCRAVIDÃO

Quando os portugueses iniciaram a colonização do Brasil, não existia mão-de-obra suficiente para a realização dos trabalhos manuais. Diante desse problema, o governo português passou a escravizar indígenas com o propósito de força-los a trabalhar nas lavouras. Porém, a prática não prosperou no Brasil e os portugueses passaram a buscar escravos africanos para submetê-los ao trabalho escravo em sua colônia.

Assim, desde o início do período colonial, a mão-de-obra predominante no Brasil foi a escrava. Atenta a tudo isso, em meados do século XIX, a Inglaterra, principal parceiro econômico do país, passou a pressionar Dom Pedro II para que o imperador acabasse com o regime escravocrata.

Apesar dos ingleses alegarem razões humanitárias para defenderem o fim da escravidão, a verdade é que a escravidão representava um impedimento aos interesses ingleses no Brasil. 

Pois, enquanto o maior número de trabalhadores brasileiros fossem escravos, não haveria mercado consumidor para os produtos ingleses no Brasil. Pois, como todos sabem: escravo não recebe salário, portanto, não consome.

Com isso, em 1845, o governo inglês aprovou a Lei Bill Aberdeen, essa lei autorizava a marinha inglesa de capturar ou afundar navios negreiros com destino ao Brasil. Na prática o que aconteceu foi que dezenas de navios negreiros foram aprisionados ou afundados pelos ingleses, gerando grandes prejuízos ao Brasil.

Sem alternativa, o governo brasileiro passou a aprovar, gradualmente, uma série de leis e tratados que limitavam a escravidão no país.

Assim, em 1850, Dom Pedro II assinou a Lei Eusébio de Queiroz. Essa lei proibiu o tráfico de escravos para o Brasil. Mas, apesar da proibição do tráfico, a lei não alterava o regime de escravidão no país. Ao contrário, tornava o escravo mais valioso, já que a importação estava proibida.

Alguns anos depois, em 1871, a Princesa Isabel, filha de Dom Pedro II, assinou a Lei do Ventre-Livre (também conhecida como Lei Visconde do Rio Branco). Essa lei considerava, a partir de seu lançamento, libertos todos os nascidos de mulheres escravas. Mas, na prática quase ninguém obedeceu à lei, já que não havia fiscalização sobre o cumprimento da mesma. 

Outro empecilho para a lei foi o fato de até que completasse 21 anos o menor ficava aos cuidados do proprietário de sua mãe. Na prática, o liberto mantinha-se escravo até que completasse os 21 anos.

No dia 28 de setembro de 1885, o governo brasileiro aprovou a Lei dos Sexagenários (também conhecida como Lei Saraiva-Cotegipe). Essa lei concedia liberdade para todos os escravos com mais de 60 anos de idade. Na prática, essa lei beneficiou poucas pessoas, já que as péssimas condições de vidas dos escravos dificilmente permitia que chegassem aos 60 anos. Outro impedimento à lei foi que a maioria dos escravos não tinha acesso aos seus documentos, portanto, poucos sabiam a real idade que tinham. Mesmo os que conseguiam chegar a tal idade e conseguiam comprová-la ainda eram obrigados a trabalhar mais 3 anos como forma de compensar o proprietário.

A situação somente mudou quando, em 13 de maio de 1888, a Princesa Isabel assinou a Lei Áurea. Essa lei libertava todos os escravos do Brasil e proibia a escravidão no país. 

Entretanto, a assinatura da Lei Áurea colocou os grandes proprietários rurais, donos de escravos, na oposição ao regime imperial de Dom Pedro II.

Post retirado de http://www.historialivre.com/

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Teorias sobre a origem do homem americano e brasileiro

Publicação retirada do site www.sohistoria.com.br


Chegando à América

A hipótese tradicional propõem que o ser humano chegou ao continente americano atravessando uma ponte de gelo ou terras emersas na região do Estreito de Bering, entre os atuais Estados Unidos e Rússia.
Segundo essa hipótese, alguns cientistas afirmam que a chegada dos primeiros grupos teria acontecido há cerca de 20 mil anos, durante a última glaciação, época em que a temperatura do planeta esteve extremamente baixa e as geleiras avançaram dos pólos em direção ao equador.
Esses primeiros ocupantes da América, que teriam vindo das atuais Mongólia e Sibéria, na Ásia, seriam caçadores e estariam perseguindo suas presas quando fizeram a travessia para a América do Norte. Tudo indica que, naquele momento, o nível do mar estava aproximadamente 150 metros mais baixo do que atualmente, formando assim uma sólida faixa de gelo. Essa camada de gelo teria se desfeito quando a temperatura do planeta subiu, dando origem ao atual Estreito de Bering.
A migração de seres humanos através do Estreito de Bering não pode ser descartada, mas é provável que tenham existido outros caminhos. É possível também que homens e mulheres tenham chegado ao continente americano muito antes dessa data.

O homem brasileiro

Ainda não se sabe ao certo quando os primeiros grupos humanos começaram a povoar o território brasileiro.
Durante muitos anos, esses grupos forma crescendo e avançando em todas as direções do continente, ocupando inclusive o território que hoje é o Brasil. Como eram nômades, deslocavam-se de um lugar para o outro, alimentando-se de animais, peixes, frutas e raízes.
Eles percorreram o continente em direção ao sul, acompanhando rebanhos de animais e caçando bisões, mamutes, castores e preguiças gigantes. Os cientistas encontraram fósseis desses animais e pontas de flechas que indicam os caminhos por onde andaram nossos antepassados.
Com o passar do tempo, alguns grupos foram se fixando em diferentes lugares. Passaram a domesticar animais e a cultivar a terra, formando pequenas aldeias.
Muitos cientistas afirmam que os grupos humanos já estavam aqui a 12 mil anos. Outros falam em 25 mil anos. O fato é que trabalhos recentes mostram que há 10 mil anos o Brasil não era um deserto de gente. Diferentes povos já haviam se espalhado por regiões como a Amazônia, o Nordeste, o Pantanal e o Cerrado.

Vestígios da humanidade

Os fósseis são as principais fontes de informação utilizadas pelas pessoas que estudam a origem da humanidade.
O fóssil não é parte do ser vivo. Alguns minérios, com o tempo substituem o material orgânico, preservando a forma original do ser vivo. Então, dá-se o nome de fóssil às formas petrificadas ou endurecidas dos seres vivos, com pelo menos 10 mil anos