sábado, 3 de fevereiro de 2018
domingo, 29 de outubro de 2017
Retomada 8 ano avaliação mensal 4 bimestre
economia
do Brasil
pau-brasil, açúcar,
ouro, café.
Guerra do Paraguai – 1864-1870
Solano López - presidente do Paraguai
Dom Pedro II – imperador do Brasil
Bartolomeu Mitre – presidente da Argentina
Venâncio Flores - presidente do Uruguai
Tríplice Aliança
Brasil + Argentina + Uruguai
Suporte financeiro da Inglaterra
Motivos
- interesse paraguaio pelo controle dos rios
Paraná, Paraguai, Uruguai e o Rio da Prata (região platina) - saída para o mar.
- Solano López queria se aliar com a
Inglaterra.
Estopim
Solano López apreendeu o navio brasileiro Marques de Olinda
- contava com a rivalidade entre Brasil e Argentina
- poderio da marinha brasileira
Três fases
1- investida
paraguaia
2-
reconquista dos territórios invadidos
3- invasão
do Paraguai
Consequências
-
Brasil – menos de 50 mil mortos, enorme dívida com a Inglaterra, modernização e
fortalecimento do exercito.
-
Paraguai – território reduzido em 40%, população entre 20% e 60%, economia
devastada, dependente do comércio com a Argentina.
-
Inglaterra - emprestaram milhões de libras para os países da Tríplice Aliança,
com juros altos.
Organização econômica do Brasil – Segundo Reinado
- exportador de
produtos tropicais
- violenta repressão
e centralização política
- maior exportador de
café do mundo
- barões do café
apoiavam o imperador
- surgiram fábricas,
bancos, estradas de ferro, companhias de exportação e importação, bondes
puxados por burros
- crescimento
industrial favorecido pela Tarifa Alves Branco (1844) - aumento dos
impostos sobre os produtos estrangeiros importados e pela lei Eusébio de Queirós (1850) - extinção do tráfico negreiro
Trabalho e sociedade
-
escravidão como base
-
capitães do mato = negros alforriados = perseguir outros escravos
- extermínio
de tribos
-
destruiu e separou famílias africanas
- escravos
eram trazidos em navios negreiros, vendidos em mercados, viviam em senzalas em péssimas
condições, eram submetidos a castigos físicos e jornadas de trabalhos
exaustivas.
Resistências
escravas
- Formação de quilombos
- fugiam
- cometiam suicídio.
- destruindo as plantações e ferramentas
- assassinato de feitores
- furtos de alimentos
Imigrantes
- vindas incentivadas e passagens
pagas
- substituir os escravos
século
XIX transformações na Europa
Revolução
de 1830 - França
- ideias liberais e nacionalistas
- oposição aos objetivos restauradores
- Congresso de Viena.
Europa
1848 - Primavera dos Povos
- consolidação da burguesia no poder
- entrada do proletariado industrial
no cenário político.
Doutrinas
políticas
- Liberalismo político e econômico
- Socialismo utópico e científico
- Anarquismo
quinta-feira, 5 de outubro de 2017
segunda-feira, 18 de setembro de 2017
Retomada 6°Ano - Bimestral - 3°Bimestre
FORMAÇÃO DO POVO GREGO
-
2.000 a.C. – Deslocamento – Clima e guerras por terras
-
Miscigenação = jônios, dórios, eólios e aqueus
-
Religião = Politeista - traços humanos, sentimentos e imortlidade
Origem segundo a mitologia
- Zeus cansou da maldade humana = inundação
- Deucalião e Pirra – Oráculo – Ossos =
pedras
- Gregos descendem de Heleno filho e
Deucalião
- Hélade = Grécia
Períodos da Grécia Antiga
Neolítico*
- Pré-Homérico – 2.000 a 1.200 a.C
- Homérico – 1.200 a 800 a.C.
- Arcaico – 800 a 510 a.C.
- Clássico – 510 a 338 a.C.
- Helenístico – 338 a 146 a.C. – Alexandre
Roma
Primórdios da civilização helênica
Civilização minoica / cretense / egeia
- Ilha de Creta
- Matriarcal – Divindade Grande Mãe
- Sacerdotisas, dançarinas, esportistas,
damas da nobreza
- Ilha Mar Mediterrâneo
- Não havia rios para fertilizar o solo
- Comércio marítimo
- Artesãos = ouro, prata, bronze, cerâmica e
tecidos, também pintura, escultura e arquitetura
- Escrita para controle do comércio
- Cidades bem planejadas = ruas calçadas,
sarjetas, lojas de comércio e casas luxuosas
- Cidades – Cnossos, Faístos, Mália e Tilisso
- Monarquia instalada em Creta – Cnossos
- Chefes = Minos = civilização minoica
- Lenda do Minotauro = Opressão
- Labirinto = Palácio – Minotauro =
Governante – Humanos sacrificados = Povo – Teseu = Liberdade
CIVILIZAÇÃO CRETO-MICENICA
- nome dado por conta do desenvolvimentos das
civilizações de Creta e Micenas
- 1.400 a.C. aqueus invadiram Creta = agricultura,
navegação e escrita
-1.200 a.C. dórios invadem a Grécia =
primeira diáspora grega
História e arqueologia da Grécia
- arqueologia como fonte material de estudo
- Ilíada e Odisseia como fonte escrita de
estudo = escritos por Homero
- Ilíada narra a Guerra de Tróia e Odisseia
narra a volta de Ulisses para Ítaca
Período Homérico
-
Inicia-se com a primeira diáspora grega = dórios
-
Descrito em Ilíada e Odisseia
-
comércio desapareceu = volta a vida no campo e organização em aldeias
- grande
família = genos – líder dos genos = pater famílias = poder político e religioso
- dividiam-se
todos os bens de produção e a propriedade era coletiva
- quem
se recusasse a ajudar era expulso
- século
IX a.C. – conflitos = áreas divididas
- 3
grupos sociais = grandes proprietários de terras, pequenos proprietários e
camponeses sem terra
-
segunda diáspora grega
- moeda,
metalurgia do ferro e escrita
Período Arcaico
-
produção excedente = troca de produtos = comércio + artesanato
-
escravidão por dívidas
- Eupátridas =
Elite proprietária de terras, eram considerados os únicos com direito a
participação da politica.
- Frátias =
União dos eupátridas para se protegerem
Tribos = Nome
dado à união das frátias. Seu objetivo era a autoproteção.
- Pólis =
Dezenas de tribos se uniram dando origem a muitos centros urbanos. Seus
principais objetivos eram a segurança, pois se vivia uma época de constantes
disputas territoriais, e reproduzir filhos legítimos de preferencia do sexo
masculino
Expansão grega
-
Causas; pobreza do solo, crescimento populacional e invasões dos dórios
-
intensificação do comércio
PÓLIS GREGA; AUTONOMIA E RIVALIDADES
- cada uma pólis tinha suas próprias leis, escrita.
- Atenas e Esparta criaram moedas próprias
Cotidiano na pólis grega
- Ágora = Espécie de praça e parte mais movimentada
na cidade = mercadores
- ginásio de esportes, teatro, templos =centro
cívico
- Acrópole = Parte alta e fortificada da cidade que
possuía o templo ao deus protetor.
ERA CLÁSSICA
Desenvolvimento cultural de Atenas e a democracia
- terras
pouco férteis = pescadores e marinheiros
-
governante = rei, chefe de guerra, juiz e sacerdote = subordinado ao Conselho
de Nobres = oligarquia = governo de poucos
Pirâmide social
-
Cidadãos ou Eupátridas = podem ter terras e participar da política
-
Metecos = livres sem direito a propriedade da terra e a participação política
-
Escravos = sem liberdade = presos de guerra ou endividados
DEMOCRACIA EM ATENAS
- revoltas por participação política e fim da
escravidão
Legisladores
- + ou - 620a.C.- Dracon = primeiras leis escritas, leis severas-pena de morte-,
privilégios dos Eupátridas mantidos
- + ou – 594a.C. – Sólon - aboliu escravidão por dívidas e participação política de
acordo com a renda = censitário
- + ou – 530a.C. - Clístenes =, todos *cidadãos podiam votar, dividiu a Ática em três
regiões = litoral, cidade e interior, demos = subdivisão da Ática = democracia
= poder dos demos = democracia restritiva, criou o ostracismo = suspensão dos
direitos políticos e expulsão da cidade por dez anos a quem ameaçar a
democracia
*Cidadão = Homem livre, maior de 18 anos
nascido em Atenas e com pais nascidos em Atenas
Educação ateniense
- objetivo formação intelectual = filosofia, atletismo,
música e dança
- mulheres que pertenciam à elite eram vistas como
seres inferiores ao homem, a quem cabia apenas ter e educar os filhos.
- alfabeto similar ao fenício, acrescentaram sete
vogais
- leitura e escrita era privilégio dos escribas e
eruditos
- Devido às preocupações também com o intelecto da
pessoa, a cidade realizou diversas produções culturais, que influenciaram
diversos povos ao longo da história. - Sua produção cultural influenciou várias
civilizações ocidentais.
ESPARTA; SOCIEDADE DE GUERREIROS
- Península do Peloponeso = montanhas altas
sem saída para o mar
- descendentes dos dórios = conquistou
cidades vizinhas
- economia = agricultura baseada no trabalho
escravo
Pirâmide social
- Esparciatas = Elite dominante = poderes
políticos
- Periecos = Não tinham os mesmos direitos
políticos = considerados estrangeiros
- Hilotas = escravos = descendentes dos
antigos habitantes da região
Política em Esparta
- Diarquia = dois reis = funções militares e
religiosas
Administração
- Gerúsia = Conselho de Anciãos + de 60 anos, 28
membros, decidiam leis e guerras
- Ápela = cidadãos + de 30 anos, assembleia, votar
sem discutir o proposto pela Gerúsia
- Conselho de Éforos = 5 membros eleitos pela Ápela
= comendavam reuniões da Gerúsia e da Ápela, poder de veto e supervisionar os
reis
Educação espartana
- até aos sete anos os meninos viviam com a família,
andando descalço e sem roupas para aprender a suportar o frio e criar calos nos
pés
- aos sete anos vai para um abrigo militar
- adolescência = provas de coragem, habilidade
física e astúcia
- kriptia = prova de degolar quantos hilotas
conseguissem encontrar = controlar o crescimento da população dos hilotas
- aos vinte anos ingressavam no exército
- aos trinta podiam se casar e recebiam um lote de
terra
- A mulher era vista como importante, sendo que também
deveria praticar atividades físicas para ter filhos saudáveis, administravam o
lar e podiam participar do comércio
domingo, 17 de setembro de 2017
Retomada 8° Ano - Bimestral - 3° Bimestre
CRISE DO PRIMEIRO REINADO
Confederação do Equador – 1824
- Políticos Liberais
- Nordeste
- Violenta repressão – execução + prisão +
refúgio
Guerra Cisplatina – 1825-1828
- Foz do Rio da Prata
- Apoiados pela Argentina
- Independência
Crise econômica do Primeiro Reinado
- Economia = agricultura – açúcar e algodão –
exportação
- Não existia indústria
- 1827 – renovação do Tratado de Comércio e
Navegação = aumentou o imposto de importação
- 1830 – extinção do tráfico negreiro = não
cumpriu
Crise política e abdicação de D. Pedro I
- Disputa pela sucessão do trono português
- 1826 – Morre D. João VI
- Maria da Glória 7 anos – D. Miguel regente
adjunto - 1828
- 1830 – Libero Badaró = manifestações
diárias
- 1831 – Noite das garrafadas
- Ministério de brasileiros – formado e
desmanchado
- Ministério dos Marqueses
- 7 de abril de 1831 abdicou
- Pedro de Alcântara 5 anos – tutor José
Bonifácio
REGENCIAS
- Constituição de 1824 – herdeiro 18 anos,
parente 25 ou 3 regentes
Regência Trina provisória – 1831
- Deputados e senadores recesso –
reuniam-seuma1 vez ao ano
- Medidas – estrangeiros dispensados do
exército, proibido 5 pessoas a noite.
Regência Trina permanente – 1831-1835
- 17 de junho de 1831 – representantes norte,
sul e exercito
- Guarda Nacional – eleitores dos municípios
- 1832 José Bonifácio dissolver a regência
- Feijó tentou golpe uno fracassou e
renunciou
- Grandes fazendeiros = coronéis = influencia
política local
Grupos Políticos
- Partido Progressista – Liberal = Partido
Brasileiro
- Partido Regressista – Conservador = Partido
Português
- Todos lutavam pelos privilégios da elite
Ato adicional a Constituição
Decisões – Assembleia legislativa
provinciais, município neutro do Rio de Janeiro, Regência Una - critério
censitário – escolhido pelas assembleias, extinção do Conselho de Estado
Regência Una
- Padre Feijó – 1835-1837 = menos autonomia
as províncias, a favor do fim da escravidão, revolta no Pará, Rio Grande do
Sul, Bahia
- Araújo Lima – 1840 = Violenta repressão as
revoltas
REVOLTAS REGENCIAIS
Motivos = escravidão, falta de suporte
econômico, desigualdade social, má distribuição de renda, crescimento
desordenado da população, arrecadação insuficiente, elevado custo de vida.
Cabanagem – Pará – 1835-1840
- Causa = miséria
- Depuseram o governador, colocaram o
latifundiário Clemente Malcher
- Substituído pelo lavrador Francisco
Vinagre, cooperou para o governo ocupar Belém
- Seringueiro Eduardo Angelim, retomaram
Belém, declararam um república independente
- Repressão violenta, morte de milhares
Balaiada – Maranhão – 1838-1841
- População 200 mil, sendo 90 mil escravos
- Vaqueiro Raimundo Gomes hostilizado e fugiu
= mobilização popular
- Sertanejos atacavam fazendas, facilitando a
fuga de escravos e formação de quilombos
- Lideres = Manuel Francis dos Anjos Ferreira
e Cosme Bento das Chagas
- Divergências e falta de objetivos bem
definidos enfraqueceram-nos
- Coronel Luís Alves de Lima e Silva = Duque
de Caxias
Revolta dos Males – 1835 Bahia
- Caráter social
-
Escravizados de origem muçulmana = fundar um estado islâmico – califado
- Domingos Fortunato escravo alforriado
denunciou
- Violenta repressão – lideres executados
Sabinada – 1837-1838 – Bahia
- Jornalista Francisco Sabino Vieira – jornal
Novo Diário da Bahia
- Combater a centralização do poder no Rio de
Janeiro
- Participantes = pequenos agricultores,
funcionários públicos e artesãos
- Formaram um governo autônomo = governar até
maioridade de D. Pedro II
- Reprimidos e presos
Revolução Farroupilha – Rio Grande do Sul – 1835-1845
- Líderes da elite econômica local
- Descaso com algumas províncias, taxas
elevadas sobre o charque, principal produto de exportação
- Invadiram Porto Alegre = República Rio
Grandense ou República Piratini
- 1839 – Laguna – República Juliana
- 1842 – Duque de Caxias
- 1845 – Tratado de Poncho Verde = direito de
escolher o presidente da sua província, pagar dívidas públicas, melhor taxas
alfandegárias sobre o charque, liberdade
aos escravos que lutaram na guerra e integração dos líderes no exército
Fim das regências e golpe da maioridade
- Conservadores queriam anular o Ato
Adicional de 1834 = autonomia para as províncias
- Liberais formaram o Clube da Maioridade,
apoio da imprensa
- Consultaram D. Pedro de Alcântara, disse
quero já
- 23 de julho de 1840
assume
= Golpe de Maioridade = 14 anos
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