segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Retomada 6°Ano - Bimestral - 3°Bimestre

FORMAÇÃO DO POVO GREGO
- 2.000 a.C. – Deslocamento – Clima e guerras por terras
- Miscigenação = jônios, dórios, eólios e aqueus
- Religião = Politeista - traços humanos, sentimentos e imortlidade

Origem segundo a mitologia
- Zeus cansou da maldade humana = inundação
- Deucalião e Pirra – Oráculo – Ossos = pedras
- Gregos descendem de Heleno filho e Deucalião
- Hélade = Grécia

Períodos da Grécia Antiga
Neolítico*
- Pré-Homérico – 2.000 a 1.200 a.C
- Homérico – 1.200 a 800 a.C.
- Arcaico – 800 a 510 a.C.
- Clássico – 510 a 338 a.C.
- Helenístico – 338 a 146 a.C. – Alexandre
Roma

Primórdios da civilização helênica

Civilização minoica / cretense / egeia
- Ilha de Creta
- Matriarcal – Divindade Grande Mãe
- Sacerdotisas, dançarinas, esportistas, damas da nobreza
- Ilha Mar Mediterrâneo
- Não havia rios para fertilizar o solo
- Comércio marítimo
- Artesãos = ouro, prata, bronze, cerâmica e tecidos, também pintura, escultura e arquitetura
- Escrita para controle do comércio
- Cidades bem planejadas = ruas calçadas, sarjetas, lojas de comércio e casas luxuosas
- Cidades – Cnossos, Faístos, Mália e Tilisso
- Monarquia instalada em Creta – Cnossos
- Chefes = Minos = civilização minoica
- Lenda do Minotauro = Opressão
- Labirinto = Palácio – Minotauro = Governante – Humanos sacrificados = Povo – Teseu = Liberdade

CIVILIZAÇÃO CRETO-MICENICA
- nome dado por conta do desenvolvimentos das civilizações de Creta e Micenas
- 1.400 a.C. aqueus invadiram Creta = agricultura, navegação e escrita
-1.200 a.C. dórios invadem a Grécia = primeira diáspora grega


História e arqueologia da Grécia
- arqueologia como fonte material de estudo
- Ilíada e Odisseia como fonte escrita de estudo = escritos por Homero
- Ilíada narra a Guerra de Tróia e Odisseia narra a volta de Ulisses para Ítaca

Período Homérico
- Inicia-se com a primeira diáspora grega = dórios
- Descrito em Ilíada e Odisseia
- comércio desapareceu = volta a vida no campo e organização em aldeias
- grande família = genos – líder dos genos = pater famílias = poder político e religioso
- dividiam-se todos os bens de produção e a propriedade era coletiva
- quem se recusasse a ajudar era expulso
- século IX a.C. – conflitos = áreas divididas
- 3 grupos sociais = grandes proprietários de terras, pequenos proprietários e camponeses sem terra
- segunda diáspora grega
- moeda, metalurgia do ferro e escrita

Período Arcaico
- produção excedente = troca de produtos = comércio + artesanato
- escravidão por dívidas
- Eupátridas = Elite proprietária de terras, eram considerados os únicos com direito a participação da politica.
- Frátias = União dos eupátridas para se protegerem
Tribos = Nome dado à união das frátias. Seu objetivo era a autoproteção.
- Pólis = Dezenas de tribos se uniram dando origem a muitos centros urbanos. Seus principais objetivos eram a segurança, pois se vivia uma época de constantes disputas territoriais, e reproduzir filhos legítimos de preferencia do sexo masculino

Expansão grega
- Causas; pobreza do solo, crescimento populacional e invasões dos dórios
- intensificação do comércio

PÓLIS GREGA; AUTONOMIA E RIVALIDADES
- cada uma pólis tinha suas próprias leis, escrita.
- Atenas e Esparta criaram moedas próprias

Cotidiano na pólis grega
- Ágora = Espécie de praça e parte mais movimentada na cidade = mercadores
- ginásio de esportes, teatro, templos =centro cívico
- Acrópole = Parte alta e fortificada da cidade que possuía o templo ao deus protetor.


ERA CLÁSSICA

Desenvolvimento cultural de Atenas e a democracia
- terras pouco férteis = pescadores e marinheiros
- governante = rei, chefe de guerra, juiz e sacerdote = subordinado ao Conselho de Nobres = oligarquia = governo de poucos
Pirâmide social
- Cidadãos ou Eupátridas = podem ter terras e participar da política
- Metecos = livres sem direito a propriedade da terra e a participação política
- Escravos = sem liberdade = presos de guerra ou endividados

DEMOCRACIA EM ATENAS
- revoltas por participação política e fim da escravidão
Legisladores
- + ou - 620a.C.- Dracon = primeiras leis escritas, leis severas-pena de morte-, privilégios dos Eupátridas mantidos
- + ou – 594a.C. – Sólon - aboliu escravidão por dívidas e participação política de acordo com a renda = censitário
- + ou – 530a.C. - Clístenes =, todos *cidadãos podiam votar, dividiu a Ática em três regiões = litoral, cidade e interior, demos = subdivisão da Ática = democracia = poder dos demos = democracia restritiva, criou o ostracismo = suspensão dos direitos políticos e expulsão da cidade por dez anos a quem ameaçar a democracia
*Cidadão = Homem livre, maior de 18 anos nascido em Atenas e com pais nascidos em Atenas

Educação ateniense
- objetivo formação intelectual = filosofia, atletismo, música e dança
- mulheres que pertenciam à elite eram vistas como seres inferiores ao homem, a quem cabia apenas ter e educar os filhos.
- alfabeto similar ao fenício, acrescentaram sete vogais
- leitura e escrita era privilégio dos escribas e eruditos
- Devido às preocupações também com o intelecto da pessoa, a cidade realizou diversas produções culturais, que influenciaram diversos povos ao longo da história. - Sua produção cultural influenciou várias civilizações ocidentais.

ESPARTA; SOCIEDADE DE GUERREIROS
- Península do Peloponeso = montanhas altas sem saída para o mar
- descendentes dos dórios = conquistou cidades vizinhas
- economia = agricultura baseada no trabalho escravo
Pirâmide social
- Esparciatas = Elite dominante = poderes políticos
- Periecos = Não tinham os mesmos direitos políticos = considerados estrangeiros
- Hilotas = escravos = descendentes dos antigos habitantes da região

Política em Esparta
- Diarquia = dois reis = funções militares e religiosas
Administração
- Gerúsia = Conselho de Anciãos + de 60 anos, 28 membros, decidiam leis e guerras
- Ápela = cidadãos + de 30 anos, assembleia, votar sem discutir o proposto pela Gerúsia
- Conselho de Éforos = 5 membros eleitos pela Ápela = comendavam reuniões da Gerúsia e da Ápela, poder de veto e supervisionar os reis

Educação espartana
- até aos sete anos os meninos viviam com a família, andando descalço e sem roupas para aprender a suportar o frio e criar calos nos pés
- aos sete anos vai para um abrigo militar
- adolescência = provas de coragem, habilidade física e astúcia
- kriptia = prova de degolar quantos hilotas conseguissem encontrar = controlar o crescimento da população dos hilotas
- aos vinte anos ingressavam no exército
- aos trinta podiam se casar e recebiam um lote de terra

- A mulher era vista como importante, sendo que também deveria praticar atividades físicas para ter filhos saudáveis, administravam o lar e podiam participar do comércio

domingo, 17 de setembro de 2017

Retomada 8° Ano - Bimestral - 3° Bimestre

CRISE DO PRIMEIRO REINADO

Confederação do Equador – 1824
- Políticos Liberais
- Nordeste
- Violenta repressão – execução + prisão + refúgio

Guerra Cisplatina – 1825-1828
- Foz do Rio da Prata
- Apoiados pela Argentina
- Independência

Crise econômica do Primeiro Reinado
- Economia = agricultura – açúcar e algodão – exportação
- Não existia indústria
- 1827 – renovação do Tratado de Comércio e Navegação = aumentou o imposto de importação
- 1830 – extinção do tráfico negreiro = não cumpriu

Crise política e abdicação de D. Pedro I
- Disputa pela sucessão do trono português
- 1826 – Morre D. João VI
- Maria da Glória 7 anos – D. Miguel regente adjunto - 1828
- 1830 – Libero Badaró = manifestações diárias
- 1831 – Noite das garrafadas
- Ministério de brasileiros – formado e desmanchado
- Ministério dos Marqueses
- 7 de abril de 1831 abdicou
- Pedro de Alcântara 5 anos – tutor José Bonifácio

REGENCIAS
- Constituição de 1824 – herdeiro 18 anos, parente 25 ou 3 regentes

Regência Trina provisória – 1831
- Deputados e senadores recesso – reuniam-seuma1 vez ao ano
- Medidas – estrangeiros dispensados do exército, proibido 5 pessoas a noite.

Regência Trina permanente – 1831-1835
 - 17 de junho de 1831 – representantes norte, sul e exercito
- Guarda Nacional – eleitores dos municípios
- 1832 José Bonifácio dissolver a regência
- Feijó tentou golpe uno fracassou e renunciou
- Grandes fazendeiros = coronéis = influencia política local

Grupos Políticos
- Partido Progressista – Liberal = Partido Brasileiro
- Partido Regressista – Conservador = Partido Português
- Todos lutavam pelos privilégios da elite

Ato adicional a Constituição
Decisões – Assembleia legislativa provinciais, município neutro do Rio de Janeiro, Regência Una - critério censitário – escolhido pelas assembleias, extinção do Conselho de Estado

Regência Una
- Padre Feijó – 1835-1837 = menos autonomia as províncias, a favor do fim da escravidão, revolta no Pará, Rio Grande do Sul, Bahia
- Araújo Lima – 1840 = Violenta repressão as revoltas

REVOLTAS REGENCIAIS
Motivos = escravidão, falta de suporte econômico, desigualdade social, má distribuição de renda, crescimento desordenado da população, arrecadação insuficiente, elevado custo de vida.

 Cabanagem – Pará – 1835-1840
- Causa = miséria
- Depuseram o governador, colocaram o latifundiário Clemente Malcher
- Substituído pelo lavrador Francisco Vinagre, cooperou para o governo ocupar Belém
- Seringueiro Eduardo Angelim, retomaram Belém, declararam um república independente
- Repressão violenta, morte de milhares

Balaiada – Maranhão – 1838-1841
- População 200 mil, sendo 90 mil escravos
- Vaqueiro Raimundo Gomes hostilizado e fugiu = mobilização popular
- Sertanejos atacavam fazendas, facilitando a fuga de escravos e formação de quilombos
- Lideres = Manuel Francis dos Anjos Ferreira e Cosme Bento das Chagas
- Divergências e falta de objetivos bem definidos enfraqueceram-nos
- Coronel Luís Alves de Lima e Silva = Duque de Caxias

Revolta dos Males – 1835 Bahia
- Caráter social
 - Escravizados de origem muçulmana = fundar um estado islâmico – califado
- Domingos Fortunato escravo alforriado denunciou
- Violenta repressão – lideres executados

Sabinada – 1837-1838 – Bahia
- Jornalista Francisco Sabino Vieira – jornal Novo Diário da Bahia
- Combater a centralização do poder no Rio de Janeiro
- Participantes = pequenos agricultores, funcionários públicos e artesãos
- Formaram um governo autônomo = governar até maioridade de D. Pedro II
- Reprimidos e presos

Revolução Farroupilha – Rio Grande do Sul – 1835-1845
- Líderes da elite econômica local
- Descaso com algumas províncias, taxas elevadas sobre o charque, principal produto de exportação
- Invadiram Porto Alegre = República Rio Grandense ou República Piratini
- 1839 – Laguna – República Juliana
- 1842 – Duque de Caxias
- 1845 – Tratado de Poncho Verde = direito de escolher o presidente da sua província, pagar dívidas públicas, melhor taxas alfandegárias sobre o charque,  liberdade aos escravos que lutaram na guerra e integração dos líderes no exército

Fim das regências e golpe da maioridade
- Conservadores queriam anular o Ato Adicional de 1834 = autonomia para as províncias
- Liberais formaram o Clube da Maioridade, apoio da imprensa
- Consultaram D. Pedro de Alcântara, disse quero já
- 23 de julho de 1840

 assume = Golpe de Maioridade = 14 anos 

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

ROMA ANTIGA

ROMA ANTIGA

*A origem de Roma, segundo a lenda

A princesa de Alba Longa apaixonou-se por Marte, deus da guerra e teve filhos gêmeos, o tio das crianças, Amúlio colocou os bebês em um cesto e mandou que os atirassem no rio. O cesto encalhou em um lugar chamado Monte Palatino, onde uma loba os encontrou e os amamentou como se fosse seus filhos. Tempos depois os bebês foram encontrados por um pastor que os nomeou de Romulo e Remo.
Ao se tornarem adultos e saberem da história, Romulo e Remo agora adultos retornaram à Alba Longa, lutaram contra o tio, e devolveram o trono da cidade ao avô, que lhes deu a permissão para que fundassem uma cidade, então no ano de 753 a.C. no Monte Palatino os irmão fundaram Roma, em homenagem à Romulo, em seguida os irmãos se desentenderam e Romulo é o vencedor matando seu irmão Remo, assim se tornou o primeiro rei de Roma.

*A fundação de Roma

Para os historiadores a origem de Roma  não é tão certa, mas  sabe-se que por volta do século X a.C. a Península Itálica era habitada pelos latinos, acredita-se que no século VIII a.C. os latinos uniram-se e fundaram a cidade de Roma.

*Divisão dos períodos históricos da Roma antiga

Monarquia – 753 a.C. à 509 a.C.
República – 509 a.C. à 27 a.C.
Império – 27 a.C. à 395 d.C. (Divisão do Império) e 476 d.C. (queda do Império Romano do Ocidente)

*A sociedade no tempo da Monarquia

Patrícios – descendentes das famílias mais antigas da cidade, donos das melhores terras, e os únicos a possuir direitos políticos
Plebeus – maioria da população, eram pequenos agricultores, artesãos ou mercadores.
Clientes – pessoas pobres em geral, prestavam todo tipo de serviços aos patrícios em troca de comida, roupa, moradia e proteção.
Escravizados – haviam três formas de se tornar escravo na Roma antiga: prisioneiros de guerra, pessoas que não conseguiam saldar suas dívidas, e condenados pela justiça.

* A política no tempo da Monarquia

O rei era a maior autoridade, mas não governava sozinho. Além dele havia o Senado, formado pelos chefes das principais famílias patrícias, e uma Assembleia, composta por soldados com até 45 anos. Além disso o cargo de rei não passava de pai para filho, no entanto quando um rei morria o Senado escolhia o sucessor, e a Assembleia se manifestava contra ou a favor, portanto o rei tinha poderes limitados
A República

* A sociedade no tempo da República

Governada por magistrados, auxiliada pelo Senado, e pelas Assembleias.

Magistrados: cônsules, pretores, censores, questores, edis, e ditador
Senado: 300 membros vitalícios, todos patrícios
Assembleias: Assembleia das tribos, assembleia centuriata, e assembleia da plebe

* As lutas sociais – as conquistas dos plebeus

Tribunato da Plebe (494 a.C.) – Direito de eleger um tribuno da plebe, poder de anular leis contrárias aos plebeus.
Lei das Doze Tábuas (450 a.C.) – As primeiras leis escritas de Roma.
Lei Canuleia (445 a.C.) – Permitia o casamento entre patrícios e plebeus.
Leis Licínias-Séxtias (367 a.C.) – determinava que um dos cônsules tinha que ser plebeu, e cancelava a divida que os plebeus tinham com os patrícios.

* Roma conquista a Itália e, depois, o mundo

Uma nova estratégia usada pelos romanos era transformar os povos vencidos em aliados, com isso iam engrossando suas tropas, as terras conquistadas em convertidas em “terra pública”, esse fato ocorreu entre os século V e III a.C., outra potência daquele período era Cartago, com quem Roma travou três guerras, que ficaram conhecidas como guerras púnicas (264 a 146 a.C.), e foram vencidas pelos romanos.
No século I a.C. comandados por Júlio Cesar, completaram a conquista da Gália, invadiram o Egito e o norte da África, assim se tornaram os senhores do Mar Mediterrâneo, muitas mudanças ocorreram, podemos citar:

- O enriquecimento do Estado.
-O fortalecimento dos cavaleiros.
-O aumento do escravismo
- As terras concentradas nas mãos de poucos

* Espártaco: a resistência à escravidão

Várias revoltas de escravos ocorreram, mas a maior delas ocorreu em Cápua no ano de 73 a.C., liderada por Espártaco, seu exército chegou a ter aproximadamente 100 mil homens, e chegou a dominar a parte sul da Itália. Em 71 a.C os exércitos romanos conseguiram vencer, Espártaco e cerca de 6 mil seguidores foram presos, crucificados e expostos.

* A luta pela terra

Em 133 a.C., o tribuno da plebe, Tibério Graco, propôs uma reforma agrária, que limitava o tamanho da terra que um indivíduo podia ter, os camponeses apoiaram, mas os ricos receberam mal a ideia, com isso em uma Assembleia tumultuada Tibério foi assassinado.
Em 123 a.C. Caio Graco (irmão de Tibério) deu continuidade a reforma, além de conseguir aprovar duas importantes leis: uma que estendia a cidadania romana a alguns povos aliados, e outra que obrigava o governo a pagar o equipamento dos soldados que iam para a guerra, somando muitos inimigos poderosos Caio pede que um escravo o mate.

* Júlio Cesar contra o Senado

Júlio Cesar uniu-se com Pompeu e Crasso formando o Primeiro Triunvirato, acordo pelo qual se comprometiam se unir para controlar o poder em Roma, com a morte de Crasso Pompeu e Júlio Cesar passam a guerrear, até a vitória de Júlio Cesar, que passa a ter o poder de Roma, os senadores acusaram Cesar de querer implantar uma república, com isso o assassinaram em 44 a.C..

* Otávio e o Império

Com a morte de César , formou-se o Segundo Triunvirato com: Otávio, Marco Antônio e Lépido, que imediatamente passam a guerrear entre si pela disputa do poder. A vitória coube a Otávio, que em 27 a.C. pressionou o senado a lhe dar diversos títulos, entre eles, o de Príncipe, o de Augusto (venerado), e o de Imperador. Dessa forma, a República chega ao fim e tem início o Império.

O IMPÉRIO ROMANO

* O governo do imperador Otávio Augusto

Assim que estabelecido o novo regime político em Roma: o Império, Otávio Augusto promoveu uma série de reformas:
- definiu os limites do Império Romano
- distribuiu terras aos seus soldados
- confiou a administração de algumas províncias aos senadores
- modernizou a cidade de Roma
Com essas reformas Roma entra em um longo período de estabilidade, que ficou conhecida por Pax Romana que durou cerca de 200 anos. A máxima extensão do Império se deu no governo de Trajano, a estabilidade favoreceu o crescimento da economia e a expansão do comércio.

* Diversão e lazer no Império Romano

Os principais espações de diversão do Império eram os anfiteatros e o circos.
Anfiteatros: ocorriam lutas entre os gladiadores, e destes com as feras famintas, quando um tombasse cabia ao povo decidir se o derrotado seria executado, ou se continuasse vivo.
Circos: realizavam-se corridas com carros puxados por cavalos, ou dois ou quatro, os corredores eram escravos e homens livres.
Os espetáculos começavam de manhã e se estendiam pelo dia inteiro, com entradas gratuitas e financiado pelos políticos.

* Habitações romanas

Pobres: moravam em prédios de habitação com quatro o u cinco andares, onde viviam muitas pessoas, as condições eram precárias, e não possuíam banheiros internos.
Ricos: moravam em casa luxuosas e confortáveis, com várias salas e jardins, geralmenteas paredes eram decoradas com pinturas.

* Namoro e casamento

Pobres: os casal se unia com o objetivo de se ajudar na luta pela sobrevivência, a diferença de idade era mínima.
Ricos: A jovem casava-se com a idade entre 12 e 15 anos, seu marido tinha em média 35 anos, a menina não tinha liberdade de escolha, o pai que escolhia o noivo, a importância era a posição social e a riqueza da família.

* A religião romana

Acreditavam em divindades que moravam nas matas, nas árvores, na rochas... no contato com a cultura grega, assimilaram seus deuses e deram nomes latinos a eles, Zeus virou Júpter, Hera virou Juno, Ares virou Marte...

* Direitos romanos

A palavra “justiça” é de origem romana, na república os plebeus exigiram leis escritas, para se defenderem dos patrícios, e foi criada as Leis das Doze Tábuas, com o tempo os juristas romanos foram criando dezenas de outras leis, que servem de base para códigos civis até hoje, alguns princípios do Direito Romano:
- ninguém sofrerá penalidade pelo que pensa
- nada que não se permita ao acusado deve ser permitido ao acusador
- o encargo da prova fica com aquele que acusa e não com o acusado
-na aplicação de penalidades, contam a idade e a inexperiência da parte culpada

* Jesus e o cristianismo

A principal fonte de estudos sobre a vida de Jesus Cristo são os evangelhos, livros (novo testamento) escritos por seus seguidores por volta de 70 d.C.. Aos 30 anos começou a percorrer as aldeias e cidades da Palestina pregando o amor a Deus e ao próximo, humildade e a igualdade entre as pessoas, acusado de pregar contra as autoridades romanas, foi condenado à morte na cruz.

* A perseguição aos cristãos


Conforme o cristianismo se expandia, as autoridades romanas passaram a persegui-lo, para fugir, os cristãos se reuniam nas catacumbas (galerias subterrâneas), continuando a crescer o cristianismos, cresceu também a perseguição, sendo ordenada a morte de cristãos e a destruição de suas igrejas. Posteriormente, observando a força da religião, decidiram aliar-se a eles, em 313 d.C. Constantino concedeu liberdade de culto aos cristãos, por meio do Édito de Milão, em 391 d.C. Teodósio transformou o cristianismo em religião oficial do Império Romano.