quinta-feira, 5 de outubro de 2017
segunda-feira, 18 de setembro de 2017
Retomada 6°Ano - Bimestral - 3°Bimestre
FORMAÇÃO DO POVO GREGO
-
2.000 a.C. – Deslocamento – Clima e guerras por terras
-
Miscigenação = jônios, dórios, eólios e aqueus
-
Religião = Politeista - traços humanos, sentimentos e imortlidade
Origem segundo a mitologia
- Zeus cansou da maldade humana = inundação
- Deucalião e Pirra – Oráculo – Ossos =
pedras
- Gregos descendem de Heleno filho e
Deucalião
- Hélade = Grécia
Períodos da Grécia Antiga
Neolítico*
- Pré-Homérico – 2.000 a 1.200 a.C
- Homérico – 1.200 a 800 a.C.
- Arcaico – 800 a 510 a.C.
- Clássico – 510 a 338 a.C.
- Helenístico – 338 a 146 a.C. – Alexandre
Roma
Primórdios da civilização helênica
Civilização minoica / cretense / egeia
- Ilha de Creta
- Matriarcal – Divindade Grande Mãe
- Sacerdotisas, dançarinas, esportistas,
damas da nobreza
- Ilha Mar Mediterrâneo
- Não havia rios para fertilizar o solo
- Comércio marítimo
- Artesãos = ouro, prata, bronze, cerâmica e
tecidos, também pintura, escultura e arquitetura
- Escrita para controle do comércio
- Cidades bem planejadas = ruas calçadas,
sarjetas, lojas de comércio e casas luxuosas
- Cidades – Cnossos, Faístos, Mália e Tilisso
- Monarquia instalada em Creta – Cnossos
- Chefes = Minos = civilização minoica
- Lenda do Minotauro = Opressão
- Labirinto = Palácio – Minotauro =
Governante – Humanos sacrificados = Povo – Teseu = Liberdade
CIVILIZAÇÃO CRETO-MICENICA
- nome dado por conta do desenvolvimentos das
civilizações de Creta e Micenas
- 1.400 a.C. aqueus invadiram Creta = agricultura,
navegação e escrita
-1.200 a.C. dórios invadem a Grécia =
primeira diáspora grega
História e arqueologia da Grécia
- arqueologia como fonte material de estudo
- Ilíada e Odisseia como fonte escrita de
estudo = escritos por Homero
- Ilíada narra a Guerra de Tróia e Odisseia
narra a volta de Ulisses para Ítaca
Período Homérico
-
Inicia-se com a primeira diáspora grega = dórios
-
Descrito em Ilíada e Odisseia
-
comércio desapareceu = volta a vida no campo e organização em aldeias
- grande
família = genos – líder dos genos = pater famílias = poder político e religioso
- dividiam-se
todos os bens de produção e a propriedade era coletiva
- quem
se recusasse a ajudar era expulso
- século
IX a.C. – conflitos = áreas divididas
- 3
grupos sociais = grandes proprietários de terras, pequenos proprietários e
camponeses sem terra
-
segunda diáspora grega
- moeda,
metalurgia do ferro e escrita
Período Arcaico
-
produção excedente = troca de produtos = comércio + artesanato
-
escravidão por dívidas
- Eupátridas =
Elite proprietária de terras, eram considerados os únicos com direito a
participação da politica.
- Frátias =
União dos eupátridas para se protegerem
Tribos = Nome
dado à união das frátias. Seu objetivo era a autoproteção.
- Pólis =
Dezenas de tribos se uniram dando origem a muitos centros urbanos. Seus
principais objetivos eram a segurança, pois se vivia uma época de constantes
disputas territoriais, e reproduzir filhos legítimos de preferencia do sexo
masculino
Expansão grega
-
Causas; pobreza do solo, crescimento populacional e invasões dos dórios
-
intensificação do comércio
PÓLIS GREGA; AUTONOMIA E RIVALIDADES
- cada uma pólis tinha suas próprias leis, escrita.
- Atenas e Esparta criaram moedas próprias
Cotidiano na pólis grega
- Ágora = Espécie de praça e parte mais movimentada
na cidade = mercadores
- ginásio de esportes, teatro, templos =centro
cívico
- Acrópole = Parte alta e fortificada da cidade que
possuía o templo ao deus protetor.
ERA CLÁSSICA
Desenvolvimento cultural de Atenas e a democracia
- terras
pouco férteis = pescadores e marinheiros
-
governante = rei, chefe de guerra, juiz e sacerdote = subordinado ao Conselho
de Nobres = oligarquia = governo de poucos
Pirâmide social
-
Cidadãos ou Eupátridas = podem ter terras e participar da política
-
Metecos = livres sem direito a propriedade da terra e a participação política
-
Escravos = sem liberdade = presos de guerra ou endividados
DEMOCRACIA EM ATENAS
- revoltas por participação política e fim da
escravidão
Legisladores
- + ou - 620a.C.- Dracon = primeiras leis escritas, leis severas-pena de morte-,
privilégios dos Eupátridas mantidos
- + ou – 594a.C. – Sólon - aboliu escravidão por dívidas e participação política de
acordo com a renda = censitário
- + ou – 530a.C. - Clístenes =, todos *cidadãos podiam votar, dividiu a Ática em três
regiões = litoral, cidade e interior, demos = subdivisão da Ática = democracia
= poder dos demos = democracia restritiva, criou o ostracismo = suspensão dos
direitos políticos e expulsão da cidade por dez anos a quem ameaçar a
democracia
*Cidadão = Homem livre, maior de 18 anos
nascido em Atenas e com pais nascidos em Atenas
Educação ateniense
- objetivo formação intelectual = filosofia, atletismo,
música e dança
- mulheres que pertenciam à elite eram vistas como
seres inferiores ao homem, a quem cabia apenas ter e educar os filhos.
- alfabeto similar ao fenício, acrescentaram sete
vogais
- leitura e escrita era privilégio dos escribas e
eruditos
- Devido às preocupações também com o intelecto da
pessoa, a cidade realizou diversas produções culturais, que influenciaram
diversos povos ao longo da história. - Sua produção cultural influenciou várias
civilizações ocidentais.
ESPARTA; SOCIEDADE DE GUERREIROS
- Península do Peloponeso = montanhas altas
sem saída para o mar
- descendentes dos dórios = conquistou
cidades vizinhas
- economia = agricultura baseada no trabalho
escravo
Pirâmide social
- Esparciatas = Elite dominante = poderes
políticos
- Periecos = Não tinham os mesmos direitos
políticos = considerados estrangeiros
- Hilotas = escravos = descendentes dos
antigos habitantes da região
Política em Esparta
- Diarquia = dois reis = funções militares e
religiosas
Administração
- Gerúsia = Conselho de Anciãos + de 60 anos, 28
membros, decidiam leis e guerras
- Ápela = cidadãos + de 30 anos, assembleia, votar
sem discutir o proposto pela Gerúsia
- Conselho de Éforos = 5 membros eleitos pela Ápela
= comendavam reuniões da Gerúsia e da Ápela, poder de veto e supervisionar os
reis
Educação espartana
- até aos sete anos os meninos viviam com a família,
andando descalço e sem roupas para aprender a suportar o frio e criar calos nos
pés
- aos sete anos vai para um abrigo militar
- adolescência = provas de coragem, habilidade
física e astúcia
- kriptia = prova de degolar quantos hilotas
conseguissem encontrar = controlar o crescimento da população dos hilotas
- aos vinte anos ingressavam no exército
- aos trinta podiam se casar e recebiam um lote de
terra
- A mulher era vista como importante, sendo que também
deveria praticar atividades físicas para ter filhos saudáveis, administravam o
lar e podiam participar do comércio
domingo, 17 de setembro de 2017
Retomada 8° Ano - Bimestral - 3° Bimestre
CRISE DO PRIMEIRO REINADO
Confederação do Equador – 1824
- Políticos Liberais
- Nordeste
- Violenta repressão – execução + prisão +
refúgio
Guerra Cisplatina – 1825-1828
- Foz do Rio da Prata
- Apoiados pela Argentina
- Independência
Crise econômica do Primeiro Reinado
- Economia = agricultura – açúcar e algodão –
exportação
- Não existia indústria
- 1827 – renovação do Tratado de Comércio e
Navegação = aumentou o imposto de importação
- 1830 – extinção do tráfico negreiro = não
cumpriu
Crise política e abdicação de D. Pedro I
- Disputa pela sucessão do trono português
- 1826 – Morre D. João VI
- Maria da Glória 7 anos – D. Miguel regente
adjunto - 1828
- 1830 – Libero Badaró = manifestações
diárias
- 1831 – Noite das garrafadas
- Ministério de brasileiros – formado e
desmanchado
- Ministério dos Marqueses
- 7 de abril de 1831 abdicou
- Pedro de Alcântara 5 anos – tutor José
Bonifácio
REGENCIAS
- Constituição de 1824 – herdeiro 18 anos,
parente 25 ou 3 regentes
Regência Trina provisória – 1831
- Deputados e senadores recesso –
reuniam-seuma1 vez ao ano
- Medidas – estrangeiros dispensados do
exército, proibido 5 pessoas a noite.
Regência Trina permanente – 1831-1835
- 17 de junho de 1831 – representantes norte,
sul e exercito
- Guarda Nacional – eleitores dos municípios
- 1832 José Bonifácio dissolver a regência
- Feijó tentou golpe uno fracassou e
renunciou
- Grandes fazendeiros = coronéis = influencia
política local
Grupos Políticos
- Partido Progressista – Liberal = Partido
Brasileiro
- Partido Regressista – Conservador = Partido
Português
- Todos lutavam pelos privilégios da elite
Ato adicional a Constituição
Decisões – Assembleia legislativa
provinciais, município neutro do Rio de Janeiro, Regência Una - critério
censitário – escolhido pelas assembleias, extinção do Conselho de Estado
Regência Una
- Padre Feijó – 1835-1837 = menos autonomia
as províncias, a favor do fim da escravidão, revolta no Pará, Rio Grande do
Sul, Bahia
- Araújo Lima – 1840 = Violenta repressão as
revoltas
REVOLTAS REGENCIAIS
Motivos = escravidão, falta de suporte
econômico, desigualdade social, má distribuição de renda, crescimento
desordenado da população, arrecadação insuficiente, elevado custo de vida.
Cabanagem – Pará – 1835-1840
- Causa = miséria
- Depuseram o governador, colocaram o
latifundiário Clemente Malcher
- Substituído pelo lavrador Francisco
Vinagre, cooperou para o governo ocupar Belém
- Seringueiro Eduardo Angelim, retomaram
Belém, declararam um república independente
- Repressão violenta, morte de milhares
Balaiada – Maranhão – 1838-1841
- População 200 mil, sendo 90 mil escravos
- Vaqueiro Raimundo Gomes hostilizado e fugiu
= mobilização popular
- Sertanejos atacavam fazendas, facilitando a
fuga de escravos e formação de quilombos
- Lideres = Manuel Francis dos Anjos Ferreira
e Cosme Bento das Chagas
- Divergências e falta de objetivos bem
definidos enfraqueceram-nos
- Coronel Luís Alves de Lima e Silva = Duque
de Caxias
Revolta dos Males – 1835 Bahia
- Caráter social
-
Escravizados de origem muçulmana = fundar um estado islâmico – califado
- Domingos Fortunato escravo alforriado
denunciou
- Violenta repressão – lideres executados
Sabinada – 1837-1838 – Bahia
- Jornalista Francisco Sabino Vieira – jornal
Novo Diário da Bahia
- Combater a centralização do poder no Rio de
Janeiro
- Participantes = pequenos agricultores,
funcionários públicos e artesãos
- Formaram um governo autônomo = governar até
maioridade de D. Pedro II
- Reprimidos e presos
Revolução Farroupilha – Rio Grande do Sul – 1835-1845
- Líderes da elite econômica local
- Descaso com algumas províncias, taxas
elevadas sobre o charque, principal produto de exportação
- Invadiram Porto Alegre = República Rio
Grandense ou República Piratini
- 1839 – Laguna – República Juliana
- 1842 – Duque de Caxias
- 1845 – Tratado de Poncho Verde = direito de
escolher o presidente da sua província, pagar dívidas públicas, melhor taxas
alfandegárias sobre o charque, liberdade
aos escravos que lutaram na guerra e integração dos líderes no exército
Fim das regências e golpe da maioridade
- Conservadores queriam anular o Ato
Adicional de 1834 = autonomia para as províncias
- Liberais formaram o Clube da Maioridade,
apoio da imprensa
- Consultaram D. Pedro de Alcântara, disse
quero já
- 23 de julho de 1840
assume
= Golpe de Maioridade = 14 anos
segunda-feira, 23 de novembro de 2015
ROMA ANTIGA
ROMA ANTIGA
*A origem de Roma, segundo a
lenda
A princesa de Alba Longa apaixonou-se por Marte, deus da guerra e teve
filhos gêmeos, o tio das crianças, Amúlio colocou os bebês em um cesto e mandou
que os atirassem no rio. O cesto encalhou em um lugar chamado Monte Palatino,
onde uma loba os encontrou e os amamentou como se fosse seus filhos. Tempos
depois os bebês foram encontrados por um pastor que os nomeou de Romulo e Remo.
Ao se tornarem adultos e saberem da história, Romulo e Remo agora
adultos retornaram à Alba Longa, lutaram contra o tio, e devolveram o trono da
cidade ao avô, que lhes deu a permissão para que fundassem uma cidade, então no
ano de 753 a.C. no Monte Palatino os irmão fundaram Roma, em homenagem à
Romulo, em seguida os irmãos se desentenderam e Romulo é o vencedor matando seu
irmão Remo, assim se tornou o primeiro rei de Roma.
*A fundação de Roma
Para os historiadores a origem de Roma
não é tão certa, mas sabe-se que
por volta do século X a.C. a Península Itálica era habitada pelos latinos,
acredita-se que no século VIII a.C. os latinos uniram-se e fundaram a cidade de
Roma.
*Divisão dos períodos
históricos da Roma antiga
Monarquia – 753 a.C. à 509
a.C.
República – 509 a.C. à 27
a.C.
Império – 27 a.C. à 395
d.C. (Divisão do Império) e 476 d.C. (queda do Império Romano do Ocidente)
*A sociedade no tempo da
Monarquia
Patrícios – descendentes
das famílias mais antigas da cidade, donos das melhores terras, e os únicos a
possuir direitos políticos
Plebeus – maioria da
população, eram pequenos agricultores, artesãos ou mercadores.
Clientes – pessoas pobres
em geral, prestavam todo tipo de serviços aos patrícios em troca de comida,
roupa, moradia e proteção.
Escravizados – haviam três
formas de se tornar escravo na Roma antiga: prisioneiros de guerra, pessoas que
não conseguiam saldar suas dívidas, e condenados pela justiça.
* A política no tempo da
Monarquia
O rei era a maior autoridade, mas não governava sozinho. Além dele
havia o Senado, formado pelos chefes das principais famílias patrícias, e uma
Assembleia, composta por soldados com até 45 anos. Além disso o cargo de rei
não passava de pai para filho, no entanto quando um rei morria o Senado
escolhia o sucessor, e a Assembleia se manifestava contra ou a favor, portanto
o rei tinha poderes limitados
A República
* A sociedade no tempo da
República
Governada por magistrados, auxiliada pelo Senado, e pelas Assembleias.
Magistrados: cônsules, pretores, censores, questores, edis, e ditador
Senado: 300 membros vitalícios, todos patrícios
Assembleias: Assembleia das tribos, assembleia centuriata, e
assembleia da plebe
* As lutas sociais – as
conquistas dos plebeus
Tribunato da Plebe (494 a.C.) – Direito de eleger um tribuno da plebe,
poder de anular leis contrárias aos plebeus.
Lei das Doze Tábuas (450 a.C.) – As primeiras leis escritas de Roma.
Lei Canuleia (445 a.C.) – Permitia o casamento entre patrícios e
plebeus.
Leis Licínias-Séxtias (367 a.C.) – determinava que um dos cônsules
tinha que ser plebeu, e cancelava a divida que os plebeus tinham com os
patrícios.
* Roma conquista a Itália e,
depois, o mundo
Uma nova estratégia usada pelos romanos era transformar os povos
vencidos em aliados, com isso iam engrossando suas tropas, as terras
conquistadas em convertidas em “terra pública”, esse fato ocorreu entre os
século V e III a.C., outra potência daquele período era Cartago, com quem Roma
travou três guerras, que ficaram conhecidas como guerras púnicas (264 a 146
a.C.), e foram vencidas pelos romanos.
No século I a.C. comandados por Júlio Cesar, completaram a conquista
da Gália, invadiram o Egito e o norte da África, assim se tornaram os senhores
do Mar Mediterrâneo, muitas mudanças ocorreram, podemos citar:
- O enriquecimento do Estado.
-O fortalecimento dos cavaleiros.
-O aumento do escravismo
- As terras concentradas nas mãos de poucos
* Espártaco: a resistência à
escravidão
Várias revoltas de escravos ocorreram, mas a maior delas ocorreu em
Cápua no ano de 73 a.C., liderada por Espártaco, seu exército chegou a ter
aproximadamente 100 mil homens, e chegou a dominar a parte sul da Itália. Em 71
a.C os exércitos romanos conseguiram vencer, Espártaco e cerca de 6 mil
seguidores foram presos, crucificados e expostos.
* A luta pela terra
Em 133 a.C., o tribuno da plebe, Tibério Graco, propôs uma reforma
agrária, que limitava o tamanho da terra que um indivíduo podia ter, os camponeses
apoiaram, mas os ricos receberam mal a ideia, com isso em uma Assembleia
tumultuada Tibério foi assassinado.
Em 123 a.C. Caio Graco (irmão de Tibério) deu continuidade a reforma,
além de conseguir aprovar duas importantes leis: uma que estendia a cidadania
romana a alguns povos aliados, e outra que obrigava o governo a pagar o
equipamento dos soldados que iam para a guerra, somando muitos inimigos
poderosos Caio pede que um escravo o mate.
* Júlio Cesar contra o Senado
Júlio Cesar uniu-se com Pompeu e Crasso formando o Primeiro
Triunvirato, acordo pelo qual se comprometiam se unir para controlar o poder em
Roma, com a morte de Crasso Pompeu e Júlio Cesar passam a guerrear, até a
vitória de Júlio Cesar, que passa a ter o poder de Roma, os senadores acusaram
Cesar de querer implantar uma república, com isso o assassinaram em 44 a.C..
* Otávio e o Império
Com a morte de César , formou-se o Segundo Triunvirato com: Otávio,
Marco Antônio e Lépido, que imediatamente passam a guerrear entre si pela
disputa do poder. A vitória coube a Otávio, que em 27 a.C. pressionou o senado
a lhe dar diversos títulos, entre eles, o de Príncipe, o de Augusto (venerado),
e o de Imperador. Dessa forma, a República chega ao fim e tem início o Império.
O IMPÉRIO ROMANO
* O governo do imperador Otávio
Augusto
Assim que estabelecido o novo regime político em Roma: o Império,
Otávio Augusto promoveu uma série de reformas:
- definiu os limites do Império Romano
- distribuiu terras aos seus soldados
- confiou a administração de algumas províncias aos senadores
- modernizou a cidade de Roma
Com essas reformas Roma entra em um longo período de estabilidade, que
ficou conhecida por Pax Romana que durou cerca de 200 anos. A máxima extensão
do Império se deu no governo de Trajano, a estabilidade favoreceu o crescimento
da economia e a expansão do comércio.
* Diversão e lazer no Império
Romano
Os principais espações de diversão do Império eram os anfiteatros e o
circos.
Anfiteatros: ocorriam lutas entre os gladiadores, e destes com as
feras famintas, quando um tombasse cabia ao povo decidir se o derrotado seria
executado, ou se continuasse vivo.
Circos: realizavam-se corridas com carros puxados por cavalos, ou dois
ou quatro, os corredores eram escravos e homens livres.
Os espetáculos começavam de manhã e se estendiam pelo dia inteiro, com
entradas gratuitas e financiado pelos políticos.
* Habitações romanas
Pobres: moravam em prédios de habitação com quatro o u cinco andares,
onde viviam muitas pessoas, as condições eram precárias, e não possuíam
banheiros internos.
Ricos: moravam em casa luxuosas e confortáveis, com várias salas e
jardins, geralmenteas paredes eram decoradas com pinturas.
* Namoro e casamento
Pobres: os casal se unia com o objetivo de se ajudar na luta pela sobrevivência,
a diferença de idade era mínima.
Ricos: A jovem casava-se com a idade entre 12 e 15 anos, seu marido
tinha em média 35 anos, a menina não tinha liberdade de escolha, o pai que
escolhia o noivo, a importância era a posição social e a riqueza da família.
* A religião romana
Acreditavam em divindades que moravam nas matas, nas árvores, na rochas...
no contato com a cultura grega, assimilaram seus deuses e deram nomes latinos a
eles, Zeus virou Júpter, Hera virou Juno, Ares virou Marte...
* Direitos romanos
A palavra “justiça” é de origem romana, na república os plebeus
exigiram leis escritas, para se defenderem dos patrícios, e foi criada as Leis
das Doze Tábuas, com o tempo os juristas romanos foram criando dezenas de
outras leis, que servem de base para códigos civis até hoje, alguns princípios
do Direito Romano:
- ninguém sofrerá penalidade pelo que pensa
- nada que não se permita ao acusado deve ser permitido ao acusador
- o encargo da prova fica com aquele que acusa e não com o acusado
-na aplicação de penalidades, contam a idade e a inexperiência da
parte culpada
* Jesus e o cristianismo
A principal fonte de estudos sobre a vida de Jesus Cristo são os evangelhos,
livros (novo testamento) escritos por seus seguidores por volta de 70 d.C.. Aos
30 anos começou a percorrer as aldeias e cidades da Palestina pregando o amor a
Deus e ao próximo, humildade e a igualdade entre as pessoas, acusado de pregar
contra as autoridades romanas, foi condenado à morte na cruz.
* A perseguição aos cristãos
Conforme o cristianismo se expandia, as autoridades romanas passaram a
persegui-lo, para fugir, os cristãos se reuniam nas catacumbas (galerias
subterrâneas), continuando a crescer o cristianismos, cresceu também a perseguição,
sendo ordenada a morte de cristãos e a destruição de suas igrejas.
Posteriormente, observando a força da religião, decidiram aliar-se a eles, em
313 d.C. Constantino concedeu liberdade de culto aos cristãos, por meio do
Édito de Milão, em 391 d.C. Teodósio transformou o cristianismo em religião
oficial do Império Romano.
Assinar:
Postagens (Atom)






















